Desemprego deve encerrar 2013 com mínima histórica
Previsão tem como base a taxa de desemprego
antecipada para o mês de dezembro, calculada pela Fipe com dados
disponibilizados em tempo real, e considerada uma prévia da Pesquisa
Mensal de Emprego do IBGE; índice foi estimado em 4,4% e, se confirmado,
será o menor já apurado pelo Instituto; número também confirmará a
tendência de queda no desemprego, já que no último mês de 2012 e em
novembro deste ano, foi registrado o menor patamar histórico, 0,2% maior
(4,6%); em seu pronunciamento de fim de ano, neste domingo, a
presidente Dilma Rousseff comemorou o "menor índice de desemprego da
história" e afirmou que os brasileiros não sofrerão com este risco em
2014A estimativa da Taxa de Desemprego Antecipada é calculada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) com informações disponibilizadas na internet em tempo real – sem necessidade de esperar semanas ou meses até os institutos de pesquisa divulgarem os indicadores oficiais e defasados – e com a base de dados da empresa Catho. O estudo é considerado uma prévia da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE.
A pesquisa da Fipe traz ainda outros bons números: conclui que o bom momento do mercado de trabalho também pode ser percebido pelo aumento real (acima da inflação) dos salários anunciados: o Índice Catho-Fipe de Salários Ofertados aponta para um aumento de 11,2% nos últimos 12 meses, variação superior à registrada em novembro, de 7,2%, e o quarto mês consecutivo de aumento na variação anual.
Em novembro, a taxa de desemprego no Brasil já havia caído para o menor registro da história: 4,6%, o mesmo de dezembro de 2012. O índice, divulgado no último dia 19 na Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, é também inferior ao registrado em novembro de 2012 (4,9%). Em outubro deste ano, o índice havia sido 5,2%. O contingente de pessoas desempregadas (1,1 milhão) caiu 10,9% em relação a outubro.
Em seu pronunciamento de fim de ano que foi ao ar em rede nacional de rádio e TV na noite deste domingo, a presidente Dilma Rousseff comemorou o "menor índice de desemprego da história" e afirmou que os brasileiros não sofrerão com este risco em 2014. "Entrem em 2014 com a certeza que o seu padrão de vida vai ser ainda melhor do que o que se tem hoje, sem risco de desemprego, com otimismo", declarou Dilma (confira aqui).
fonte: brasil 247


Ontem, em cadeia nacional de rádio e televisão, a
presidente Dilma Rousseff fez um alerta; disse que a "guerra
psicológica" que tenta infundir desânimo e pessimismo pode inibir
investimentos e retardar o crescimento; na virada de 2012 para 2013,
aconteceu um desses fenômenos, quando os jornais Folha e Globo tentaram
convencer a opinião pública que havia risco iminente de racionamento de
energia elétrica; nesta segunda-feira, o jornal Valor Econômico, que
pertence aos grupos Globo e Folha, informa que a expansão do sistema
elétrico em 2013 foi a maior em três anos


Escalado pela presidente Dilma para liderar a
assistência às populações mais atingidas pelas enchentes de verão, o
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, falou com exclusividade ao 247,
nesta quinta-feira: "A situação no Espírito Santo é dramática e as
pessoas precisam deixar suas casas"; segundo ele, há alertas de novas
chuvas, que podem atingir também o Rio de Janeiro; em relação ao Mais
Médicos, o ministro promete 13 mil profissionais até março, que
atenderão a uma população de 46 milhões de brasileiros; no entanto, ele
deve deixar o governo antes disso, para mergulhar na disputa ao governo
paulista

Segundo os dados da Associação Brasileira de
Lojistas de Shopping (Alshop), os lojistas admitiram cerca de 135 mil
funcionários temporários para o período de fim de ano, o que representa
um aumento de 5% na comparação com o mesmo período do ano passado. A
expectativa da Alshop é a de que desses, 20% sejam efetivados, o que
equivale a 27 mil trabalhadore

Em sua coluna no Globo, a jornalista Miriam Leitão
entrevista o economista José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário
de Política Econômica de FHC, que fala em desânimo generalizado no setor
empresarial; detalhe: a análise de Mendonça de Barros não é
absolutamente isenta; neste mês de dezembro, ele passou a integrar o
time de economistas do presidenciável tucano Aécio Neves (o que ela não
diz aos seus leitores); número divulgado hoje pela FGV aponta justamente
o inverso: a confiança dos empresários cresceu











