“Rei do Camarote” insinua que personagem é fraude montada pela Veja
5 de novembro de 2013 | 15:37
O (agora temos de chamar assim) suposto empresário supostamente
chamado Alexander Almeida - que a revista Veja apresentou como “O Rei
dos Camarotes”, bebendo dúzias de garrafas de suposta champanhe,
dirigindo uma suposta Ferrari e dizendo que, como o suposto status
conseguia transar com muitas supostas mulheres - disse hoje de manhã à rádio Bandeirantes que tudo não passava de uma suposta “brincadeirinha”.
“”É só uma brincadeira que vai ser usada posteriormente, daqui a um tempo você vai ver algo mais. É algo que não é real, fica a dica”, respondeu o “rei do camarote” ao repórter Agostinho Teixeira, que conduziu a entrevista. Sobre a intenção e o idealizador da brincadeira, Alexander se negou a falar. Assim como não confirmou se realmente se chama Alexander de Almeida. “Pode não ser verdade, pode ser uma ‘trollagem’, podem ser mil coisas”, acrescentou. “
Pode ser o que?
Do suposto Alexander – de novo desculpem, mas é inevitável a palavra – há algo que não é suposto, é fato: trata-se de um babaca, seja ou não brincadeirinha.
Mas da revista Veja, o que é?
Jornalismo não é.
Humor, não é.
Crítica social, muito menos.
Se o suposto Alexander não é o que a revista apresenta, onde foi que a revista o apanhou e “armou” a comédia abjeta?
Sim, no lixo acha-se dejetos, inclusive os humanos.
A revista inventou a história?
Ou devemos acreditar que Alexander -com seu visível QI de camada pré-sal, enganou o pobre repórter da Veja, com uma produção que envolveu custos milionários – Ferrari, caixas de champanhe, seguranças, figurantes, apartamento de luxo, etc – sem que nada fosse percebido?
Voltei ao site da Veja e da Vejinha. Não há uma palavra, um esclarecimento.
A revista é apontada como veículo ou patrocinadora de uma fraude e fica assim?
A Veja é o verdadeiro “rei dos camarotes”. Todo o repúdio que este personagem mereceu é pequeno diante do que ela, a revista dos Civita, merece de qualquer pessoa honesta.
E, perdoem, a seus empregados – não dá para chamar de profissionais – que participam deste tipo de coisa.
Por: Fernando Brito
“”É só uma brincadeira que vai ser usada posteriormente, daqui a um tempo você vai ver algo mais. É algo que não é real, fica a dica”, respondeu o “rei do camarote” ao repórter Agostinho Teixeira, que conduziu a entrevista. Sobre a intenção e o idealizador da brincadeira, Alexander se negou a falar. Assim como não confirmou se realmente se chama Alexander de Almeida. “Pode não ser verdade, pode ser uma ‘trollagem’, podem ser mil coisas”, acrescentou. “
Pode ser o que?
Do suposto Alexander – de novo desculpem, mas é inevitável a palavra – há algo que não é suposto, é fato: trata-se de um babaca, seja ou não brincadeirinha.
Mas da revista Veja, o que é?
Jornalismo não é.
Humor, não é.
Crítica social, muito menos.
Se o suposto Alexander não é o que a revista apresenta, onde foi que a revista o apanhou e “armou” a comédia abjeta?
Sim, no lixo acha-se dejetos, inclusive os humanos.
A revista inventou a história?
Ou devemos acreditar que Alexander -com seu visível QI de camada pré-sal, enganou o pobre repórter da Veja, com uma produção que envolveu custos milionários – Ferrari, caixas de champanhe, seguranças, figurantes, apartamento de luxo, etc – sem que nada fosse percebido?
Voltei ao site da Veja e da Vejinha. Não há uma palavra, um esclarecimento.
A revista é apontada como veículo ou patrocinadora de uma fraude e fica assim?
A Veja é o verdadeiro “rei dos camarotes”. Todo o repúdio que este personagem mereceu é pequeno diante do que ela, a revista dos Civita, merece de qualquer pessoa honesta.
E, perdoem, a seus empregados – não dá para chamar de profissionais – que participam deste tipo de coisa.
Por: Fernando Brito
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