segunda-feira, 5 de novembro de 2012

INSEGURANÇA CRESCE EM SOBRAL

EMPRESÁRIA SOBRALENSE DENUNCIA QUE SUA CLÍNICA FOI FURTADA 5 VEZES EM UMA SEMANA.

A empresária Sobralense Dra. Andreia, proprietária da Clínica de olhos, denuncia que sua clínica foi furtada 5 vezes em uma semana. Em entrevista aos repórteres Valdecir Rodrigues e Marconi Freelance a empresária disse que o vigia da clínica pediu demissão por conta de ameaças dos assaltantes. A clínica de olhos está localizada na avenida Senador José Ermírio de Morais. A última vez que os bandidos praticaram o delito foi na sexta-feira (2), os elementos entraram na clinica às 2 horas da madrugada e ao meio, ainda da sexta-feira eles voltaram e agiram novamente.
A EMPRESÁRIA NÃO SABE MAIS O QUE FAZER, ACOMPANHE MATÉRIA ONDE ELA DESABAFA.
 
FONTE: BLOG DO SINHA SABOIA
 
ENQUANTO ISSO...PREFEITO PROMETEU NA CAMPANHA  CÂMERAS DE SEGURANÇA NOS BAIRROS, MAS A REALIDADE É QUE O SISTEMA DE MONITORAMENTO DE SOBRAL NÃO EXISTE MAIS... 
Será que ele tem motivos para sorrir? esta de férias?

GOVERNO DO PSDB EM SAO PAULO PODE NÃO RESISTIR A PRÓXIMA ELEIÇÃO NO ESTADO

Governador tucano é duro contra pobres do pinheirinho...
MAS CONTRA BANDIDOS PERIGOSOS NÃO SABE O QUE FAZER...


sábado, 3 de novembro de 2012

JORNAL O POVO É CONTRA VOCÊ LEITOR PAGAR MENOS POR ENERGIA ELÉTRICA


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Jornal vive fazendo matérias contra a redução da conta de energia elétrica determinada pela presidenta Dilma para os consumidores agora em janeiro. A choradeira é grande em prol das empresas do setor, como se elas estivessem quebrando: “receitas devem cair 70%”, se isso é verdade apenas mostra que o povo pagava muito caro! Quem não quiser pode abandonar e entregar, será que eles vão largar o osso? Duvido!

Veja outra matéria publicada pelo mesmo jornal  em  6 de outubro de 2012

 

Carlos Lopes: Passadas as eleições, pressa do STF “sumiu”

publicado em 2 de novembro de 2012 às 12:48
Antes urgente, julgamento do STF é suspenso com viagem do relator
Barbosa zarpou para a Alemanha. Mas ministro cumpriu o script: condenou Dirceu e Genoino antes da eleição
por Carlos Lopes, na Hora do Povo, sugerido pelo trombeta
Aos meses de fuzarca, de repente, substituiu o silêncio no STF.
O que houve para vir, sem aviso, essa súbita paz? Onde está o intimorato Barbosa e os outros (cáspite!) mosqueteiros? Será que, como em Varsóvia no século XIX, reina a paz por falta de sobreviventes? Mas, estranhamente, ninguém morreu, nenhum vampiro foi transpassado por uma estaca, e também não se moveu do lugar a estátua que Ceschiatti fez da Justiça – continua ela onde sempre esteve: do lado de fora do prédio do STF, na Praça dos Três Poderes.
Assim, onde estão aqueles apressados que queriam condenar – e condenaram – dirigentes políticos a toque de caixa, sem outra razão que não seja a perseguição política? Aqueles que nem queriam dar o devido tempo ao revisor para apresentar o seu parecer, onde estão? Que não queriam esperar ou gastar tempo com os procedimentos formais que caracterizam a Justiça brasileira há mais de 100 anos, cadê eles?
Aqueles mesmos que não podiam esperar 45 dias – tempo da campanha eleitoral – para dar sua sentença: onde estão? Sim, onde foram aqueles que, para condenar, dispensaram, em poucas semanas, as provas, o in dubio pro reo, e, por falar no Direito Romano, antes de tudo, passaram por cima do princípio de que “onde não existe justiça não pode haver direito” (ubi non est justitia, ibi non potest esse jus)?
Onde estão? Não há fumaça, aqui, que anuncie o bom direito (fumus boni juris). Pelo contrário, aqui, se há fumaça, é porque o bom direito foi torrado no forno.
Bastou as eleições encerrarem as apurações, que não há mais pressa entre os apressados do STF. Alguns já preveem que o processo vá durar mais uns três meses, outros nem se arriscam a uma aposta – ou prognóstico.
E todos falam que é preciso que o relator volte, ou que ele vai voltar logo, para que se termine com o negócio. Naturalmente, o problema não é se o relator vai levar pouco ou muito tempo para voltar, mas o fato dele sumir do tribunal nesse processo, sem que ninguém sinta que há qualquer anormalidade nesse sumiço. Imaginemos algo sério – por exemplo, em Nuremberg, se um juiz soviético ou norte-americano, sem substitutos, resolvesse sumir por uma semana. Estaria criado um charivari capaz de derrubar o resto do Reichstag, se é que deste ainda havia algo em pé.
Mas, na Ação Penal nº 470, o relator pode sumir sem problemas – contanto que seja depois das eleições. Simplesmente, não há nada sério nesse suposto julgamento, exceto a condenação de inocentes, o atentado à democracia, ao Direito, em suma, à liberdade.
E onde está o relator?
O relator Barbosa está em Düsseldorf, na Alemanha (foi só a gente falar em vampiro…), cidade que hoje tem péssima fama quanto ao gosto musical e que não é mais a sede da indústria do aço alemã – dos Krupp, Thyssen e outros bandidos –, mas um centro financeiro tentacular — dos Krupp, Thyssen e os outros mesmos bandidos.
Os fanáticos pela poesia vão lembrar que Heine nasceu nessa cidade – mas isso foi há muito tempo, um pouco antes de Napoleão conquistá-la, quando um sujeito nascido judeu podia se tornar um grande poeta alemão e escrever que sua cidade era muito bonita, desde que lembrada de longe.
Porém, Barbosa, que não é dado a essas frivolidades (poesia?), foi lá para tratar das vértebras, que, segundo garantiu, estão em péssimo estado, depois de sua atuação como relator da Ação Penal nº 470. Só em Düsseldorf, certamente, existe um médico capaz de cuidar da coluna de sua excelência.
Naturalmente, estão faltando ortopedistas no Brasil. Por isso, o relator foi para a Alemanha com o espinhaço em pandarecos. Não podia confiar seus costados a um brasileiro. Tinha que ser a um alemão. Deve ser por via ortopédica que ele absorveu a teoria do domínio do fato e outras curiosidades nazistas que permitem, mesmo sem provas, condenar os réus que a mídia e os golpistas que seguem a mídia querem condenar.
Já dizia o velho lente da ortopedia nacional, o inesquecível professor Dagmar Aderaldo Chaves, de quem o autor destas linhas foi aluno, que certas posturas causam muitos problemas para a coluna. Com efeito, mas o professor, apesar de catedrático de quatro faculdades de medicina, era cearense de Mombaça.
O relator Barbosa não podia confiar a coluna a um discípulo do grande Dagmar. Sabe-se lá, era capaz de aparecer outro cearense…
Portanto, arrumou um alemão que descobriu na Internet – e que se diz ex-médico do papa, como se Sua Santidade precisasse de médicos milagrosos, logo ele, que é administrador desse condomínio aqui na terra.
Entretanto, leitores, a questão é: por que a coluna do relator Barbosa aguentou até agora, impavidamente? Se a situação era tão ruim e ele queria se submeter ao tratamento alemão, por que não foi antes, e começou o processo depois? Que diferença fazia?
Pelo jeito, apenas uma.
Quer dizer que, passada a eleição, o processo pode demorar à vontade? Se a questão era tão urgente que quase causou uma briga com outros colegas, por que agora deixou de ser urgente — exceto porque a eleição já passou? O relator, naturalmente, podia recorrer a um especialista daqui mesmo (e há muitos que são ótimos), ou, se fosse de sua preferência, usar um analgésico, uma pomada, ou mesmo o tradicional emplastro Sabiá – e, ainda, tomar o infalível chá de sucupira, que é tiro e queda para dores de coluna. Mas ele nem piscou para deixar o processo inconcluso e viajar para a Alemanha. Ora, a urgência do processo…
Os leitores certamente convirão que há poucas coisas que apontem tanto para os inconfessáveis interesses que presidiram (e relataram…) as condenações de José Dirceu e José Genoino, quanto essa súbita, apesar de breve, incursão pós-eleitoral de Barbosa pelas margens do Reno. Quando se perde até o senso das conveniências, é porque a verdade, apesar de todas as tentativas de sepultamento, permanece viva e batendo como um coração denunciador, além da vontade dos — e em desafio — aos seus coveiros. E nem falemos no desrespeito ao povo, porque, realmente, parece escárnio e deboche.
fonte: viomundo

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

PSDB quer pendurar
o PCC na Dilma

São Paulo não precisa de nada. Não precisa do Governo Federal. E o PCC não existe. São Paulo tem o que interessa: a Globo.
Saiu no Bom (?) Dia Brasil:

SP: governo aceita ajuda federal após discussões entre secretário e ministro


Os casos de violência em São Paulo se sucedem e o duelo de versões 

sobre a ajuda federal ao estado de São Paulo se mantém. Mas, no fim 
da noite de quarta-feira (31), houve um pequeno avanço: o governo de São Paulo 
aceitou a ajuda federal.

Parece que o jogo de empurra responsabilidades acabou. Planalto e São Paulo vão

 discutir e talvez adotar ações integradas de combate à violência. É o que 
a população espera: uma resposta das autoridades.

Como se sabe, a Faixa de Gaza que existia na favela de Manguinhos, no Rio, se instalou na São Paulo tucana, a Chuíça (*).
Foi preciso a eleição passar, evitar um outro estrago na imagem “renovada”
do Padim Pade Cerra para o governo Alckmin reagir.
Desde 2006, quando PCC governou São Paulo, São Paulo diz que o PCC acabou.
E ignorou a mais bem sucedida política de enfrentamento do tráfico e da criminalidade,
 aquela aplicada no Rio pela dupla Sérgio Cabral e José Mariano Beltrame – clique aqui para ler a entrevista que Beltrame acabou de dar ao ansioso blogueiro.
São Paulo, na sua tucânica arrogância, ignorou o que se passava no estado
ali, ao Norte,
na Dutra.
Agora, a questão da violência se instalou no último debate em que
o Haddad trucidou o 
“renovado” Padim, na Globo, e se inscreveu no topo das questões para a
sucessão do
Governador
Alckmin, em 2014.
Diante da indesculpável inépcia tucana, o que os tucanos podem tentar fazer ?
Pendurar o PCC nas costas da Dilma.
E fazem isso com a invariável contribuição da Globo.
Assim que acabou a eleição, nos seus chamados tele-“jornais” –  
clique aqui para ler “os 18′ vão acelerar a Ley de Medios”, a
Globo tenta passar a impressão de que o Governo tucano quis, mas o Governo
Federal não quis, que nesse vai-que-não-vai, quem sofre é o povo,
 porque a Dilma, você sabe, a Dilma … e por aí vai a lenga-lenga dos “jornais” da Globo.
Este Conversa Afiada não tem a menor simpatia pelo Zé,
 aquele que merece o carinhoso tratamento dos amigos do Daniel Dantas.
O Zé Cardozo, ministro da Justiça, não costuma meter a mão em nenhum cumbuca.
Ele prefere usar as mãos para tocar piano em festa de advogado paulista.
Quem sabe isso ajuda a colher votos para ser Ministro do Supremo ?
Mal se ouve falar dele.
Botar a PF para investigar a Privataria Tucana ?
Perguntar ao brindeiro Gurgel porque cedeu as investigações Vegas e
Monte Carlo da PF aos chumbetas da Veja – como diz o Senador Collor ?
Nem pensar !
Onde já se viu uma ousadia dessas !
Acima de tudo a liberdade de imprensa dos donos da imprensa !
Logo, se deduz que, agora, a Dilma tenha dado “um empurrãozinho”,
daqueles suaves que ela costuma aplicar, no estático Ministro.
E o Zé Cardozo tem sido firme.
Sim, esteve em São Paulo, e se ofereceu para ajudar.
Ofereceu inclusive uma política como a do Rio, que não teria sido possível sem o
Nunca Dantes e a Dilma.
Mas, o notável Secretário da Segurança (uma herança do Cerra ao Alckmin …)
agradeceu, com aquela notável oratória que comove o espectador da
Globo, por excesso de credibilidade.
Na campanha, o Haddad lembrou que os tucanos não quiseram 120 creches que o
 Governo Federal programou para São Paulo.
São Paulo não quis participar do programa do crack.
Não deu terreno para o Minha Casa Minha Vida.
Poderia ter dito que não esperou o plano federal antes de devolver Pinheirinho
 ao imaculado operador de câmbio Naji Nahas.
São Paulo não precisa de nada.
Não precisa do Governo Federal.
E o PCC não existe.
São Paulo tem o que interessa: a Globo.




Paulo Henrique Amorim

A VOZ DA SABEDORIA!


Novo "comentarista" de segurança da bobo, replica a ineficiência do Governo paulista, e diz que UPP não serve para São Paulo porque a geografia é diferente!



Leônidas para Governo do Estado?

Estado não é a cidade de Sobral, Ciro Gomes deve está ficando velho....