quinta-feira, 3 de julho de 2014


Gilmar emprega
o amigo Demóstenes

Cadê o áudio do grampo ?
Saiu no Justiça em Foco:

Ex-senador Demóstenes Torres pode retornar ao cargo de procurador, decide STF


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu liminar em mandado de segurança ajuizado por Demóstenes Torres, representado pelo advogado Pedro Paulo de Medeiros(foto), contra o ato do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que determinou o seu afastamento do cargo de procurador de Justiça do Ministério Público de Goiás (MP-GO). Desta forma, o ex-senador poderá retornar ao órgão.

Segundo o advogado, o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) seria ilegal por configurar um processo disciplinar idêntico àquele submetido no Senado Federal, no qual teria recebido a sanção mais grave (cassação do mandato). Alega que tal processo violaria a garantia do cargo vitalício, pois só poderia perdê-lo após o ajuizamento e a conclusão da ação civil competente.

(…)

Como se sabe, a História Universal liga Gilmar Dantas (*) a Demóstenes de forma indelével.
Os dois protagonizaram o episódio grotesco do “grampo sem áudio”, que, como demonstrou Rubens Valente, em “Operação Banqueiro” fez parte da ginástica para tirar Daniel Dantas da forca.
Porque, como se sabe, “sem Gilmar não haveria Dantas”.
Demóstenes dava umas caronas de jatinho a Gilmar – e NÃO era em jatinho do Carlinhos Cachoeira.
É bom não esquecer também do edificante HC que Gilmar concedeu a este grande brasileiro, o Dr Roger Abdelmassih, cientista emérito, personagem de reportagem recente no Domingo Espetacular.
Como diria o Mino Carta, é tudo a mesma … sopa !



Em tempo: liga amigo navegante, espectador fiel da TV Justiça:

- O Senador Demóstenes empregava a enteada do Ministro Gilmar. Suspeição ? Afasta de mim esse cálice 
fonte: pha

Vai ter Copa... cozinha, sala, quartos e banheiro. É o MCMV 3.

Não é só no futebol que tem Copa e é um sucesso. Só hoje 5460 famílias de diversas cidades do Brasil conquistam um "troféu" transformador para suas vidas: a casa própria com copa-cozinha, sala, quartos e banheiro.

São famílias com crianças e idosos que são só felicidade ao conquistarem o campeonato da dignidade do lar e de qualidade de vida.

A presidenta Dilma faz a cerimônia de entrega simultânea em 11 cidades brasileiras de 5460 residências do Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Os residenciais entregues hoje são em Brasília (DF), Curitiba (PR), Duque de Caxias (RJ), Santo André (SP), Joinvile (SC), Belford Roxo (RJ), Betim (MG), São Vicente (SP), Governador Valadares (MG), Juazeiro do Norte (CE) e Jequié (BA).

Ontem ela entregou unidades no Espírito Santo. Toda semana, em algum lugar do Brasil, tem casa ficando pronta e sendo entregue pelo MCMV.

Hoje a presidenta Dilma lança também a terceira etapa do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

A cerimônia foi transmitida ao vivo pela TV NBR e pela internet.

“Perguntem aos seus pais o que era esse país antes de 2002”, diz Lula aos jovens no Pará

Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta segunda-feira (30) da convenção do PMDB paraense em Ananindeua, no Pará, que ratificou a candidatura de Helder Barbalho (PMDB) ao governo do estado e Paulo Rocha (PT) ao Senador.
Em seu discurso, Lula se lembrou da sua primeira visita ao Pará, quando o PT foi fundado, e também um discurso marcante em Belém na campanha de 1989, quando tinha apenas 2,75% nas pesquisas eleitorais. “Não tem eleição ganha antes da hora, ou tão difícil que a gente não possa ganhar.”
Baixe as fotos em alta resolução no Picasa do Instituto Lula.
O ex-presidente falou dos xingamentos sofridos pela presidenta Dilma Rousseff na abertura da Copa do Mundo. “O preconceito contra Dilma é pior que o preconceito contra mim”. Para Lula as agressões vieram das mesmas pessoas que não acreditavam que o país fosse capaz de organizar o evento. “E estamos fazendo a melhor Copa do Mundo, a mais alegre, e mostrando que o povo brasileiro é o que melhor recebe os turistas”.
Lula encerrou sua fala defendendo que não há caminho melhor para mudar o país que a política. “Pergunte aos seus pais o que era esse país antes de 2003. Esse país aprendeu a andar de cabeça erguida”. Ele disse ainda que os jovens, especialmente os mais pobres, não podem desistir ou desanimar diante de dificuldades. “Não há nada que pode mudar o rumo de um país fora da política”.

Dilma cresce 4 pontos, Aécio e Campos, empacam e 76% não aprovaram as ofensas feitas à presidente Dilma



Pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quarta-feira (2) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra  que a presidente Dilma  tem 38% das intenções de voto, cresceu 4 pontos.  Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com 20% das intenções de voto e Eduardo Campos (PSB), com 9%. No levantamento anterior do Datafolha, realizado no início de junho, Dilma tinha 34% das intenções de voto, Aécio, 19%, e Campos, 7%.
O percentual de entrevistados que disseram não saber em quem votar ou que não responderam passou de 13% para 11% entre a pesquisa de junho e a deste mês. Brancos e nulos eram 17% e agora são 13%.O quarto colocado, pastor Everaldo (PSC), se manteve com 4% das intenções de voto, mesmo índice da pesquisa de junho.

Dilma ganha em todas as regiões do País
 Nas simulações de segundo turno, Dilma vence tanto o senador Aécio Neves (PSDB) quanto o ex-governador Eduardo Campos (PSB).Contra Aécio Neves, o resultado seria 46% a 39%. Contra o Eduardo Campos, 48% a 35%.

Dilma lidera nas cinco regiões. No Nordeste, obtém seu melhor desempenho, 55% das intenções de voto, sete pontos a mais do que na pesquisa anterior. Já no Sudeste, a área mais populosa do país, tem 28%, situação de empate técnico com Aécio.

 No grupo dos que vivem em famílias com renda de até dois salários mínimos, ela tem 45%. Na faixa intermediária dos que recebem acima de cinco e abaixo de dez salários, alcança 26%
Os xingamentos
A aprovação do governo Dilma Rousseff, índice de eleitores que o consideram ótimo ou bom, é de 35%, segundo a  pesquisa. Entre os eleitores de Eduardo Campos, 69% desaprovam os xingamentos. Entre os eleitores de Aécio Neves, 72% desaprovam os xingamentos a Dilma

Embora a Folha não tenha divulgado, uma nota de Mauro Paulino, o diretor do Datafolha, publicada hoje na Folha, diz que, na intenção de voto espontânea, Dilma ganha seis pontos percentuais e alcança uma taxa de apoio que há um ano não conseguia. Ampla maioria, aliás, condena os xingamentos recebidos pela petista na abertura da Copa

O índice de favoráveis à Copa no país subiu a 63% enquanto 76% não aprovaram as ofensas feitas à presidente na abertura do Mundial, em São Paulo.

Para 65%, os protestos contra Copa dão vergonha
E, para 60%, dão orgulho sediar a Copa do mundo

A pesquisa ouviu 2.857 eleitores em 177 municípios entre os dias 1º e 2 de julho.A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00194/2014.

O Datafolha, a “esperança na prorrogação” e o Dudu defendendo os pênaltis do Chile


totaldatafolha
O resultado da pesquisa Datafolha divulgado hoje compõe uma fantástica composição entre o óbvio e o ilógico.
O óbvio (e inegável) é que o sucesso da organização da Copa – contrariando tudo o que, nos últimos anos, foi despejado sobre a cabeça dos brasileiros – iria se refletir sobre a avaliação do Governo e nas intenções de voto em Dilma Rousseff.
E os números sobre este pessimismo artificial sofreram uma total reversão: desde o sentimento de orgulho com a Copa até a repulsa aos xingamentos que parte da arquibancada “coxinha” do Itaquerão dirigiu à presidenta no jogo de abertura.
A repulsa, aliás, foi tão grande que deu a impressão de que Aécio Neves e Eduardo Campos, com sua grosseira associação àquele gesto, ficaram vaiando sozinhos.
Mas para quem, pelas décadas de experiência eleitoral, se acostumou ao jogo das pesquisas, é mais importante ver porque,  como e onde se colocam as “reservas técnicas” com que se pode influir na formação do clima eleitoral deixando um “volume morto” de onde se podem bombear os números necessários para ajustá-los depois.
O primeiro indício é que Aécio Neves, mesmo com o compacto apoio do pessoal que “não vota com o estômago”, não consegue desempacar. Parece que desde tempos imemoriais estagnou na faixa de 20%, que é bem menos do que a direita pode ter e tem em qualquer eleição, mesmo que enfrente Nosso Senhor redivivo como adversário.
Vai crescer, sim, porque não há outro jeito, mas está evidente que não empolga a ninguém.
O segundo, menos importante porém muito mais evidente é que Eduardo Campos, nas pesquisas muito mais que na realidade eleitoral, funciona como um “colchão de amortecimento”  para a polarização que é evidente neste processo de disputa. Um processo que, ao cabo, não é diferente de nenhum outro dos que nos acostumamos a viver desde que o tucanato passou a ser o partido único do conservadorismo brasileiro, com a extinção do PFL-DEM.
Eduardo Campos, qualquer um sabe, não é sequer uma sombra do que foi Marina Silva, que teve 17% dos votos totais (o que é a base da pesquisa). Para chegar a isso, Marina venceu no Distrito Federal e foi a segunda colocada em estados importantes, como o Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará (empatada com Serra) , além de outros menos expressivos eleitoralmente como o Amazonas e o Amapá.
regionaisdatafolha
O que fez o Datafolha para que Eduardo Campos subisse, já  que míngua a olhos vistos a ponto de não conseguir sequer palanque nos principais estados e enfiou-se em disputas paroquiais que estão provocando uma debandada dos candidatos do PSB em todas as direções, seja a da oposição, seja a do Governo.
Simplesmente, em apenas um mês, mais que “dobrou” suas intenções de votos na mais populosa região do país, o Sudeste, como se demonstra no mapa ao lado, que é do próprio Datafolha, aos quais acresci os dados divulgados pelo mesmo instituto hoje na Folha de S. Paulo.
No colégio eleitoral formado por São Paulo, Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo, aí pelos 60 milhões de votos, o Datafolha diz que Campos passou de 4% para 9% das intenções de voto. Esse crescimento, de 5%, significaria “ganhar” três milhões de votos em um mês, uma imensa façanha para quem tinha pouco mais de 2 milhões de potenciais eleitores até junho.
Perdoem-me os estatísticos do Datafolha, mas só se o Dudu tivesse defendido os pênaltis do Chile, no lugar do Júlio César.
Nem vou falar em outras aberrações, como a de se atribuir 1% dos votos ao professor Mauro Iasi (PCB) – nada pessoal – ou 2% ao combativo Zé Maria, do PSTU,  a quem o instituto prevê quase três milhões de votos, um crescimento extraordinário em relação aos 84 mil que teve como candidatos a presidente em 2010.
Parece evidente que é por aí que trabalham politicamente os mentores de pesquisas: apostam tudo na prorrogação.
E daí para os pênaltis, com a esperança de uma “ajuda” do juiz.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Quem vai indenizar as vítimas do terrorismo da mídia em relação à Copa?



Postado em 29 jun 2014
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Janio de Freitas, que pertence à esquálida cota de pensamento independente da Folha, nota em seu artigo deste domingo um contraste.
Uma pesquisa mundial do Gallup coloca os brasileiros como um povo essencialmente feliz e otimista. Na imprensa, e em pesquisas dos grandes institutos nacionais, o retrato é o oposto. Somos derrotados, miseráveis, atormentados.
Janio brinca no final dizendo se sentir cansado demais para explicar, ou tentar explicar, tamanha disparidade.
Não é fácil para ele se alongar nas razões, sobretudo porque a Folha é uma das centrais mais ativas de disseminação da visão de um Brasil horroroso.
A motivação básica por trás do país de sofredores cultivada pela imprensa é a esperança de que o leitor atribua tanta desgraça – coisas reais ou simplesmente imaginárias — ao governo.
Ponto.
É a imprensa num de seus papeis mais notáveis nos últimos anos: o terrorismo.
A Copa do Mundo foi um prato soberbo para este terrorismo. A imprensa decretou, antes da Copa, que o Brasil – ou melhor: o governo — daria um vexame internacional de proporções históricas.
Em vez do apocalipse anunciado, o que se viu imediatamente após o início da competição foi uma celebração multinacional, multicolorida, multirracial.
Turistas de todas as partes se encantaram com o Brasil e os brasileiros, e a imprensa internacional disse que esta era uma das melhores Copas da história, se não a melhor.
Note o seguinte: a responsabilidade por um eventual fracasso seria atribuída pela mídia ao governo. O sucesso real, pelo que se lê agora, tem vários pais, entre os quais não figura o governo.
O melhor artigo sobre o caso veio de uma colunista da Folha que se proclamou arrependida por ter ouvido o “mimimi” da imprensa.
Ela disse ter perdido a oportunidade de passar um mês desfrutando as delícias que só uma Copa é capaz de oferecer: viagens para ver jogos, confraternizações com gente de culturas diferentes e por aí vai.
É uma oportunidade única na vida – quando haverá outra Copa no Brasil – que ela perdeu por acreditar na imprensa.
Quem vai indenizá-la? O Jornal Nacional? A Veja? O Estadão? E a tantos outros brasileiros como ela vítimas do mesmo terrorismo?
Para coroar o espetáculo, o Jornal Nacional atribuiu a histeria pré-Copa à imprensa internacional.
Pausa para rir.
Mais honesto, infinitamente mais honesto, foi o colunista JR Guzzo, da Veja – o maior mestre que tive no jornalismo, a quem tenho uma gratidão eterna e por quem guardo uma admiração inamovível a despeito de nossas visões de mundo diferentes.
“É bobagem tentar esconder ou inventar desculpas: muito melhor dizer logo de cara que a imprensa de alcance nacional pecou, e pecou feio, ao prever durante meses seguidos que a Copa de 2014 ia ser um desastre sem limites”, escreveu Guzzo em seu artigo na Veja desta semana.
“Deu justamente o contrário”, continua Guzzo. “Os 600 000 visitantes estrangeiros acharam o Brasil o máximo e 24 horas depois de encerrado o primeiro jogo ninguém mais se lembrava dos horrores anunciados durante os últimos meses.”
Bem, não exatamente ninguém: o Jornal Nacional se lembrou. Não para fazer uma reflexão como a de Guzzo – mas para colocar a culpa nos gringos.
Recorro, ainda uma vez, e admitindo minha obsessão, a Wellington: quem acredita nisso acredita em tudo.
O JN parece achar que seus espectadores são completos idiotas.

Ronaldo,
o novo Galvão

A coisa já esteve melhor para a Globo, depois que a Holanda empatou …
Sugestão do amigo navegante castrofor, no twitter:


Cala a boca Ronaldo. C…, convivendo c/Galvão Bueno tá fazendo aumentar a quantidade de m… q sai da boca.