quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Altamiro Borges: Clarín é fatiado e a mídia estrebucha

publicado em 26 de fevereiro de 2014 às 21:55

Sujando as mãos
Clarín é fatiado e a mídia estrebucha
Por Altamiro Borges, em seu blog
Na semana passada, o governo argentino aprovou a proposta de fatiamento do Grupo Clarín, o maior conglomerado de mídia do país.
A medida, fixada pela ousada da “Ley de Medios”, foi festejada pela Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca), a agência estatal responsável pela regulação deste setor estratégico.
“Com a adequação do Clarín à lei, não acaba seu direito de informar e opinar com liberdade. Acaba sua possibilidade de se impor como um gigante econômico e monopólico para manipular a opinião pública e condicionar a democracia”, comemorou Martín Sabbatella, diretor do órgão.
No mundo inteiro – principalmente na América Latina –, os barões da mídia lamentaram a derrota parcial. Pelo plano aprovado por unanimidade pelo conselho da Afsca, o Clarín terá 180 dias para dividir as suas licenças de audiovisual em seis empresas diferentes.
A nova lei, recentemente confirmada pela Suprema Corte da Argentina, estabelece um limite de 24 licenças por empresa.
Somente no segmento de TV a cabo, o Grupo Clarín possuía 158 outorgas. O império terá agora que constituir empresas independentes, cada uma com um dono, para dividir suas licenças atuais – o que mina o poder do grupo, que ergueu o seu império durante a sangrenta ditadura militar no país.
A primeira empresa reunirá os meios jornalísticos e a operação a cabo da Cablevisión em 24 cidades, com outro nome.
A segunda será a Cablevisión, com as 24 licenças permitidas de TV a cabo e a operação da Fibertel, provedora de internet.
Outras 20 licenças de TV paga serão transferidas para uma terceira empresa.
A quarta congregará outros sinais, como Canal Rural e TyC Sports; a quinta ficará com as rádios FM de Tucumán, Bariloche, Bahía Blanca e Santa Fé, e a sexta terá os canais abertos de Mendoza e Bahía Blanca.
A aprovação do fatiamento do Grupo Clarín não encerra a guerra na Argentina. Mas representa uma importante vitória dos setores que sempre lutaram pela democratização dos meios de comunicação e pelo fim dos impérios midiáticos.
Em nota oficial, a empresa lamentou o desfecho da batalha.
Para o poderoso grupo, que chora a redução do seu poder, a Ley de Medios visa “a desarticulação das escassas vozes independentes”.
Pura bravata de quem no passado defendeu a ditadura e, na fase atual, prega as velhas teses neoliberais e atua como partido da direita.
No Brasil, editoriais dos jornalões e comentários na tevê também lamentaram o fatiamento do Grupo Clarín. Temem por seu futuro no país!

20 pessoas mortas em Sobral até o 2o mês de 2014. Qual será o saldo até dezembro? Enquanto isso nosso Governador toma banho de INCOMPETÊNCIA NA SEGURANÇA PÚBLICA!


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014


Artigo de Lula: Por que o Brasil é o país das oportunidades

Por Luiz Inácio Lula da Silva
Passados cinco anos do início da crise global, o mundo ainda enfrenta suas consequências, mas já se prepara para um novo ciclo de crescimento. As atenções estão voltadas para mercados emergentes como o Brasil. Nosso modelo de desenvolvimento com inclusão social atraiu e continua atraindo investidores de toda parte. É hora de mostrar as grandes oportunidades que o país oferece, num quadro de estabilidade que poucos podem apresentar.
Nos últimos 11 anos, o Brasil deu um grande salto econômico e social. O PIB em dólares cresceu 4,4 vezes e supera US$ 2,2 trilhões. O comércio externo passou de US$ 108 bilhões para US$ 480 bilhões ao ano. O país tornou-se um dos cinco maiores destinos de investimento externo direto. Hoje somos grandes produtores de automóveis, máquinas agrícolas, celulose, alumínio, aviões; líderes mundiais em carnes, soja, café, açúcar, laranja e etanol.
Reduzimos a inflação, de 12,5% em 2002 para 5,9%, e continuamos trabalhando para trazê-la ao centro da meta. Há dez anos consecutivos a inflação está controlada nas margens estabelecidas, num ambiente de crescimento da economia, do consumo e do emprego. Reduzimos a dívida pública líquida praticamente à metade; de 60,4% do PIB para 33,8%. As despesas com pessoal, juros da dívida e financiamento da previdência caíram em relação ao PIB.
Colocamos os mais pobres no centro das políticas econômicas, dinamizando o mercado e reduzindo a desigualdade. Criamos 21 milhões de empregos; 36 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza e 42 milhões alcançaram a classe média.
Quantos países conseguiram tanto, em tão pouco tempo, com democracia plena e instituições estáveis?
A novidade é que o Brasil deixou de ser um país vulnerável e tornou-se um competidor global. E isso incomoda; contraria interesses. Não é por outra razão que as contas do país e as ações do governo tornaram-se objeto de avaliações cada vez mais rigorosas e, em certos casos, claramente especulativas. Mas um país robusto não se intimida com as críticas; aprende com elas.
A dívida pública bruta, por exemplo, ganhou relevância nessas análises. Mas em quantos países a dívida bruta se mantém estável em relação ao PIB, com perfil adequado de vencimentos, como ocorre no Brasil? Desde 2008, o país fez superávit primário médio anual de 2,58%, o melhor desempenho entre as grandes economias. E o governo da presidenta Dilma Rousseff acaba de anunciar o esforço fiscal necessário para manter a trajetória de redução da dívida em 2014.
Acumulamos US$ 376 bilhões em reservas: dez vezes mais do que em 2002 e dez vezes maiores que a dívida de curto prazo. Que outro grande país, além da China, tem reservas superiores a 18 meses de importações? Diferentemente do passado, hoje o Brasil pode lidar com flutuações externas, ajustando o câmbio sem artifícios e sem turbulência. Esse ajuste, que é necessário, contribui para fortalecer nosso setor produtivo e vai melhorar o desempenho das contas externas.
O Brasil tem um sistema financeiro sólido e expandiu a oferta de crédito com medidas prudenciais para ampliar a segurança dos empréstimos e o universo de tomadores. Em 11 anos o crédito passou de R$ 380 bilhões para R$ 2,7 trilhões; ou seja, de 24% para 56,5% do PIB. Quantos países fizeram expansão dessa ordem reduzindo a inadimplência?
O investimento do setor público passou de 2,6% do PIB para 4,4%. A taxa de investimento no país cresceu em média 5,7% ao ano. Os depósitos em poupança crescem há 22 meses. É preciso fazer mais: simplificar e desburocratizar a estrutura fiscal, aumentar a competitividade da economia, continuar reduzindo aportes aos bancos públicos, aprofundar a inclusão social que está na base do crescimento. Mas não se pode duvidar de um país que fez tanto em apenas 11 anos.
Que país duplicou a safra e tornou-se uma das economias agrícolas mais modernas e dinâmicas do mundo? Que país duplicou sua produção de veículos? Que país reergueu do zero uma indústria naval que emprega 78 mil pessoas e já é a terceira maior do mundo?
Que país ampliou a capacidade instalada de eletricidade de 80 mil para 126 mil MW, e constrói três das maiores hidrelétricas do mundo? Levou eletricidade a 15 milhões de pessoas no campo? Contratou a construção de 3 milhões de moradias populares e já entregou a metade?
Qual o país no mundo, segundo a OCDE, que mais aumentou o investimento em educação? Que triplicou o orçamento federal do setor; ampliou e financiou o acesso ao ensino superior, com o Prouni, o FIES e as cotas, e duplicou para 7 milhões as matrículas nas universidades? Que levou 60 mil jovens a estudar nas melhores universidades do mundo? Abrimos mais escolas técnicas em 11 anos do que se fez em todo o Século XX. O Pronatec qualificou mais de 5 milhões de trabalhadores. Destinamos 75% dos royalties do petróleo para a educação.
E que país é apontado pela ONU e outros organismos internacionais como exemplo de combate à desigualdade?
O Brasil e outros países poderiam ter alcançado mais, não fossem os impactos da crise sobre o crédito, o câmbio e o comércio global, que se mantém estagnado. A recuperação dos Estados Unidos é uma excelente notícia, mas neste momento a economia mundial reflete a retirada dos estímulos do Fed. E, mesmo nessa conjuntura adversa, o Brasil está entre os oito países do G-20 que tiveram crescimento do PIB maior que 2% em 2013.
O mais notável é que, desde 2008, enquanto o mundo destruía 62 milhões de empregos, segundo a Organização Internacional do Trabalho, o Brasil criava 10,5 milhões de empregos. O desemprego é o menor da nossa história. Não vejo indicador mais robusto da saúde de uma economia.
Que país atravessou a pior crise de todos os tempos promovendo o pleno emprego e aumentando a renda da população?
Cometemos erros, naturalmente, mas a boa notícia é que os reconhecemos e trabalhamos para corrigi-los. O governo ouviu, por exemplo, as críticas ao modelo de concessões e o tornou mais equilibrado. Resultado: concedemos 4,2 mil quilômetros de rodovias com deságio muito acima do esperado. Houve sucesso nos leilões de petróleo, de seis aeroportos e de 2.100 quilômetros de linhas de transmissão de energia.
O Brasil tem um programa de logística de R$ 305 bilhões. A Petrobras investe US$ 236 bilhões para dobrar a produção até 2020, o que vai nos colocar entre os seis maiores produtores mundiais de petróleo. Quantos países oferecem oportunidades como estas?
A classe média brasileira, que consumiu R$ 1,17 trilhão em 2013, de acordo com a Serasa/Data Popular, continuará crescendo. Quantos países têm mercado consumidor em expansão tão vigorosa?
Recentemente estive com investidores globais no Conselho das Américas, em Nova Iorque, para mostrar como o Brasil se prepara para dar saltos ainda maiores na nova etapa da economia global. Voltei convencido de que eles têm uma visão objetiva do país e do nosso potencial, diferente de versões pessimistas. O povo brasileiro está construindo uma nova era – uma era de oportunidades. Quem continuar acreditando e investindo no Brasil vai ganhar ainda mais e vai crescer junto com o nosso país.
Luiz Inácio Lula da Silva é ex-presidente da República e presidente de honra do PT
Este artigo foi originalmente publicado no jornal Valor Econômico: http://www.valor.com.br/opiniao/3442426/por-que-o-brasil-e-o-pais-das-oportunidades

E ENQUANTO REINA A VIOLÊNCIA NA CIDADE DE SOBRAL, SEUS GONVERNANTES AGEM COMO NO TEMPO DA EPIDEMIA DE DENGUE, ALGUNS ANOS ATRÁS. SERÁ QUE SOMENTE QUANDO MORRER UM RICO INFLUENTE DA CIDADE É QUE ELES TOMARÃO PROVIDÊNCIAS?

IMAGEM: SNP


 

 

   

E saiu no BLOG do WILSON GOMES

Sobral despreparada: Governador e Prefeito preferem investir em diversão





Enquanto a cidade de Sobral clama por mais segurança, a Prefeitura resolve investir um diversão para o povo e deixa felizes as duas maiores autoridades da cidade, o governador Cid Gomes e o prefeito Veveu Arruda. Para levar diversão através do Bloco dos Sujos, que tradicionalmente abre o carnaval da cidade, a prefeitura resolveu investir mais de R$ 122 mil na contração de banda e estrutura para o evento. A empresa ganhadora da licitação foi a H3 Entretenimento, Construções e Empreendimentos Ltda, que na ocasião foi representado pelo empresário Carlos Herlon Gomes de Matos. A empresa atua em diversas atividades como: Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador; locação de automóveis sem condutor; Construção de edifícios; Obras de urbanização - ruas, praças e calçadas; Coleta de resíduos não-perigosos; Construção de rodovias e ferrovias; Serviço de transporte de passageiros - locação de automóveis com motorista; Obras de terraplenagem; Instalação e manutenção elétrica; Serviços de pintura de edifícios em geral; Outras obras de acabamento da construção; Imunização e controle de pragas urbanas; Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais; serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas; Aluguel de palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário, exceto andaimes; Filmagem de festas e eventos; Atividades de produção de fotografias, exceto aérea e submarina; Serviços de microfilmagem.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Excelentíssimo senhor doutor Gilmar Ferreira Mendes,
Quem lhe escreve são centenas de cidadãos (até aqui, 411) signatários de interpelação judicial de Vossa Excelência que será interposta no Supremo Tribunal Federal em decorrência de declarações suas referentes à cotização que levamos a cabo em solidariedade a membros do Partido dos Trabalhadores condenados no julgamento da Ação Penal 470, vulgo mensalão.
No momento em que esta missiva está sendo escrita, estamos nos mobilizando para reunir documentos e para novamente nos cotizarmos a fim de fazer frente ao pagamento do escritório de advocacia que conduzirá a interpelação que lhe faremos judicialmente.
Esta missiva pretende demonstrar o sentimento que nos move, ou seja, de constrangimento e de indignação.
Constrangimento porque, discordantes da decisão do Supremo no que tange a AP 470, exercemos nosso direito constitucional de doar recursos próprios a quem bem entendermos em conformidade com os nossos direitos civis e com a Constituição Federal e, assim, às centenas divulgamos publicamente que fizemos tais doações.
Ora, diante das acusações de Vossa Excelência aos que doamos esses recursos – uma acusação no sentido de que podemos ter participado de um esquema de “lavagem de dinheiro” –, como ficamos diante de amigos, familiares e até de pessoas que não nos conhecem? Ficaremos tachados de “lavadores de dinheiro”?
Além de constrangidos, também ficamos indignados. Sob que provas Vossa Excelência fez essa acusação? Sob que indícios nos colocou sob suspeita diante de toda a Nação, valendo-se, para tanto, das facilidades que tem para se fazer ecoar pelos maiores e mais poderosos meios de comunicação do país?
E, não bastando, além de sermos acusados por Vossa Excelência esses meios de comunicação não nos deram voz para contestarmos a acusação. Fomos literalmente censurados.
Que democracia é essa? Iremos interpelá-lo, Excelência, para descobrir…
E para coroar tudo o que Vossa Excelência disse, ainda tratou de debochar de nossa impotência sugerindo-nos que fôssemos cumprir pena no lugar daqueles que ajudou a condenar no âmbito de um processo que vêm sofrendo questionamentos de tantos e tão eminentes juristas de todo o país.
Além disso, sempre na linha do deboche dos amordaçados, Vossa Excelência ainda nos sugeriu que nos cotizássemos para pagar a soma que o Supremo diz ter sido desviada pelos condenados da AP 470.
Ou seja: Vossa Excelência prega que sejamos apenados com uma dívida que não foi cobrada nem daqueles que ajudou a condenar.
Vossa Excelência talvez ainda não saiba, mas grande parte dos que doaram recursos ao condenados não têm nem filiação partidária, sindical, nada. São apenas simpatizantes do Partido dos Trabalhadores e/ou dos filiados a esse partido que foram condenados no julgamento em questão.
Além de ser óbvio que mesmo os que são filiados a algum partido ou organização apenas exerceram seus direitos, é inadmissível que cidadãos que não foram condenados a nada sejam tratados assim. Aliás, nem condenados merecem chacota de autoridade que os condenou.
Excelentíssimo doutor Gilmar Ferreira Mendes, a condição de ser uma das onze autoridades máximas do Poder Judiciário ainda agrava sobremaneira as declarações que deu sem, até aqui, amparo de provas ou de meros indícios. Ao menos publicamente.
Estimulados pelas declarações de Vossa Excelência, hordas de jornalistas e até de internautas vêm distorcendo fatos, inventando “provas”, doações “suspeitas” como se verdadeiras fossem.
O jornalista de O Globo Merval Pereira, por exemplo, disse na rádio CBN que a campanha de arrecadação de José Genoino teve uma única doação no valor de R$ 600 mil. Se quiser, Vossa Excelência pode ouvir esse comentário clicando aqui.
Com efeito, quem conta um conto aumenta um ponto…
O comentário do jornalista Merval Pereira, pois, é uma sandice. O valor total da multa de José Genoino foi de cerca de 600 mil reais. Então uma única doação foi responsável por ter pago sua multa? Isso é uma legítima sandice!
Afirmamos peremptoriamente, pois, que jamais existiu essa doação e desafiamos qualquer um a provar que tenha existido. Aliás, exigimos que provem uma única irregularidade.
É uma indignidade o que estamos sofrendo por Vossa Excelência ter nos criminalizado aos milhares. Sim, milhares. Isso porque os cerca de 400 cidadãos que firmarão a interpelação supracitada não representam nem um décimo de todos os que doaram, muitos dos quais infelizmente ainda não sabem desta iniciativa ou, pior, temem aderir a ela.
Em qualquer democracia sadia, arguir uma autoridade por declarações insultantes que deu como cidadão não poderia despertar temor em ninguém. Não iremos interpelar nem o STF nem um seu ministro, mas o cidadão Gilmar Mendes. Um cidadão que não tem nem mais nem menos direitos do que o mais humilde brasileiro.
Diante da enormidade que vai acima, não nos resta outra alternativa. Amordaçados pela mídia, ignorados por quem nos acusou, só nos resta bater às portas da Justiça. E, antes de tudo, consideramos que fazê-lo é uma homenagem a esse Poder, pois nossa iniciativa revela que ainda acreditamos nele e na democracia brasileira.
Que não descubramos, pois, que vivemos uma ditadura no Brasil. Exigimos uma satisfação, ministro Gilmar Ferreira Mendes. Temos direito a ela, lutaremos por ela. Somos tão cidadãos brasileiros quanto Vossa Excelência. Entre os poderes que seu cargo lhe Confere não está o de assacar suposições caluniosas contra cidadãos inocentes.
E temos dito.
*
PS: estas palavras não se dirigem a Gilmar Mendes, mas aos cidadãos que estão se preparando para firmar a interpelação dele na Justiça. Informo que os e-mails com as instruções para formalizar a adesão à ação judicial em questão começaram a ser enviados neste sábado, 22 de fevereiro de 2014. Rogamos que tão pronto receba o e-mail, tente cumprir os requisitos o mais rapidamente possível.
fonte: brasil 247
247 - A presidente Dilma Rousseff (PT) continua favorita à reeleição em outubro próximo e com vitória no primeiro turno. É o que revela a pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 19 e 20 deste mês em 161 cidades de todo o país. Dilma tem 47% das intenções de voto. Aécio Neves (PSDB) aparece em segundo com 17%. Eduardo Campos (PSB) tem 12%. O índice dos que estão propensos a votar em branco e nulo chega a 18%. Não sabe ou não responderam são 6%. Foram entrevistadas 2.614 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Quando Marina Silva (PSB) aparece como candidata no lugar de Campos, pontua 23%. Mas em novembro tinha 26%. Em outubro, 29%. Nesse cenário, Dilma também vence no primeiro turno, com 43%. Aécio fica com 15%.
Quando o ex-presidente Lula é o candidato do PT, ele mantém seu desempenho sempre superior ao de Dilma. Ele venceria hoje a disputa com 54% das intenções de voto. Aécio teria 15% e Campos, 9%.
No quesito avaliação do governo Dilma, a aprovação também se manteve estacionada: 41% de ótimo e bom; 37% de regular; 21% de ruim e péssimo. A nota média do governo é de 6,2.
Abaixo todos os cenários da pesquisa:
Cenário A:
Dilma - 47%
Aécio - 17%
Campos - 12%
Nulo/branco - 18%
Não sabe - 6%
Cenário B;
Dilma - 43%
Marina - 23%
Aécio - 15%
Nulo/branco - 14%
Não sabe - 4%
Cenário C:
Lula - 54%
Aécio - 15%
Campos - 9%
Nulo/branco - 15%
Não sabe - 6%
Cenário D:
Lula - 51%
Marina - 19%
Aécio - 14%
Branco/nulo - 11%
Não sabe - 5%

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

SOBRAL: A insegurança e a dengue

ALGUNS ANOS ATRÁS...+OU-2006


A dengue se instala em Sobral, a epidemia logo cresce, doentes são hospitalizados,  mas não se ouve nenhum pronunciamento do poder público, começam as primeiras vítimas, a prefeitura chama um "especialista" com larga experiência, mas que na prática trata o assunto como um problema quase impossível de ser solucionado, não existia um veneno que resolvesse, carro fumasse não servia pra nada, era um "bombom na boca" da população", até que os números
tornam-se alarmantes, chegando  em pouco tempo a 8 pessoas mortas(se não estou enganado com o número), nos programas de rádios o clamor era geral, não dava mais para tapar o sol com a peneira, a coisa já afetava Cid Gomes, responsável pelo incompetente municipal. Vendo a coisa sem controle, Cid resolve salvar sua pele e toda a conversa muda, foi depressa carro fumasse foi enviado, já existia veneno que matasse o bicho, a prefeitura passou a limpar terrenos baldios, chegou a solução! MAS até chegar a solução alguns morreram e outros ficaram doentes.

A HISTÓRIA PARECE SE REPETIR EM OUTRA ÁREA: A INSEGURANÇA NA CIDADE É CRESCENTE


A violência cresce a cada dia na cidade de Sobral, a coisa está tão séria que até SEQUESTRO RELÂMPAGO já ocorreu na cidade, tiroteios, assassinatos nos bairros quase todos os dias acontecem. A
pergunta que não quer calar: Onde anda o governador Cid Gomes que não se pronuncia, o prefeito(não é responsável pela polícia, mas também é inerte) não existem guardas municipais e desarmados já não servem mais, se não existem policiais suficientes, por que não investir em monitoramento, câmeras por toda parte, blitz policiais, é grande o número de motos irregulares na cidade, a olhos vistos, hoje o bandido pode trafegar por toda a cidade armado sem ser incomodado. Será que providências serão tomadas apenas quando morrer alguém importante da sociedade?