terça-feira, 15 de outubro de 2013



Governador tucano promete acabar com o PCC com as mesmas promessas que fez em 2004

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou ontem uma força-tarefa e bloqueadores de sinal de celular nas cadeias para coibir funcionamento do Primeiro Comando da Capital (PCC), maior facção criminosa do estado de São Paulo .Mais uma vez. O mais incrivel disso tudo, foi ver o PCC elogiando a segurança do governo Alckmin nas gravações... 
 Mas, apesar do governador está na mídia todos os dias, tirando proveito da situação para sua reeleição, as medidas anunciadas na terça feira (14) já haviam sido prometidas durante outras gestões do PSDB, inclusive de Alckmin à frente do governo estadual.
 Guaracy Mingardi, ex-subsecretário Nacional de Segurança Pública, ao aprovar a criação da força-tarefa pelo governo paulista. “Mas isso deveria ter sido feito há muitos anos. Já foram criados grupos para estudar o PCC, mas foram morrendo.
 Vamos ver se, agora, será mantida ou se é algo para inglês ver”, complementa. Mingardi lembra ainda que Alckmin era governador, em 2004, quando se iniciaram as discussões sobre o bloqueio de celulares em presídios. “Já se sabia que estava todo mundo com celular na cadeia. Havia todo um movimento para que fosse feito (o bloqueio), mas não foi; o governo não quis fazer, não se interessou”,diz ele 

Em 2006



Em 2006, o então candidato   do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, ficou irritado e interrompeu uma entrevista para o programa "Dateline", do canal australiano SBS, ao ser questionado sobre a reação de "grupos de extermínio" aos ataques do PCC, em maio.
Irritado com a pergunta, Alckmin disse: "Esse é um problema do governo estadual. Você deveria ir falar com eles". Levantando-se da mesa, continuou: "Se eu soubesse que era sobre isso, não tinha entrevista. Não faz o menor sentido".A reportagem,  foi produzida pouco depois dos primeiros ataques do PCC,  quando Alckmin já havia sido escolhido pelo PSDB como pré-candidato à Presidência.

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi fundada, em 31 de agosto de 1993, na Casa de Custódia de Taubaté. Desde o início de 2006, o grupo foi considerado responsável por três ondas de ataques criminosos em São Paulo, que atingiram prédios da polícia e de outros órgãos públicos, agências bancárias e ônibus, supermercados, revendedoras de carros e postos de gasolina.

O grupo também é responsável pelas maiores rebeliões nas prisões paulistas nos últimos anos e está ligado ao tráfico de drogas, seqüestro e roubos de bancos, segundo a polícia. Acredita-se que a facção tem apoio de mais de 80% dos presos do Estado.

O PCC tem um estatuto, que exige dos criminosos que passam a integrar a rede lealdade e pagamento de uma contribuição financeira, uma espécie de dízimo. O dinheiro arrecadado tem coordenação única e serve para contratar advogados, resgatar presos e dar apoio financeiro para novos crimes.Diferente do outro partido PSDB, eles são bem organizados.

Em 18 de fevereiro de 2001, o PCC coordenou 29 rebeliões simultâneas em São Paulo com um saldo de 30 mortos, a grande maioria alvo de disputas entre gangues rivais nas prisões. Em novembro de 2003, por mais de uma semana, o grupo foi responsável pelo ataque contra dezenas de delegacias com metralhadoras, bombas caseiras, escopetas e pistolas. No total, três agentes policiais foram mortos e 12 feridos.

Em várias ocasiões, foram descobertas centrais telefônicas que permitem o ordenamento de mortes, inclusive de policiais, e roubos, além da coordenação do tráfico. O uso de celulares dentro da prisão, já flagrado inclusive por câmeras, é apontado por delegados como principal fator na comunicação entre penitenciárias e facção.
rus

Espionagem americana abre caminho para o Brasil ter caças russos

14 de outubro de 2013 | 17:50
O jornalista Mauro Santayanna antecipa, em seu blog, a possibilidade de uma reviravolta no programa de reaparelhamento da Força Aérea Brasileira, associando a compra dos jatos de quarta geração Sukhoi SU-35 – como os Boeing F-18, os  franceses Rafael e os Grippen, da Suécia, selecionados no programa FX-2, da FAB – com participação no projeto – atualmente em testes, do moderníssimo T-50, quase invisível ao radar como o seu correspondente americano F-22 Raptor.
Um amigo com relações na Aeronáutica me diz que o SU-35 que participou da concorrência do programa FX-2 não foi eliminado por deficiências operacionais, mas por dúvidas quanto à transferência de tecnologia, ajudadas por uma “pressão amiga” dos americanos.
Nos últimos meses, os russos têm emitido sinais contínuos de que transferir tecnologia não será problema. E voltam à carga com o oferecimento de uma parceria nos jatos que o sucederão, o que havia sido oferecido em 2008, chegando a ser objeto de um protocolo de intenções, mas foi recusado pelo Ministro da Defesa da época, Nelson Jobim.
O escândalo da espionagem americana pode ter mudado completamente os planos de voo da alta cúpula da FAB.
Por: Fernando Brito


Médicos são orientados a pedir votos de pacientes contra Dilma


 Em reação à aprovação da medida provisória que criou o programa Mais Médicos, as entidades que representam esses profissionais de Saúde preparam uma ofensiva nacional na campanha de 2014 contra a presidente Dilma Rousseff, sobretudo na população de baixa renda. Segundo o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, a maior parte dos médicos vai influenciar o eleitorado de forma indireta, sem recorrer à participação partidária. Para ele, o importante é marcar uma posição antigoverno.

- Um número muito grande de médicos que nunca se envolveu em eleições está determinado a se envolver, mas influenciando, não se candidatando. É muito comum os pacientes perguntarem para a gente, em período eleitoral, em quem vamos votar, principalmente nas regiões menos favorecidas. Há um movimento grande da classe médica para participar da política dessa forma. Não é o candidato A ou B, o sentimento é escolher um candidato que, certamente, não será a presidente Dilma - disse.

Além de criticarem a possibilidade de médicos formados no exterior trabalharem no país sem o Revalida (exame que comprova a capacitação profissional), as entidades médicas são contra a possibilidade de o governo conceder registros provisórios aos médicos, o que antes era atribuição dos Conselhos Regionais de Medicina.

Além disso, há um movimento de filiações em massa dos médicos a partidos de oposição, principalmente ao PSDB e ao DEM. Segundo a AMB, pelo menos 300 médicos já se filiaram ao PSDB do Ceará, a convite do ex-senador tucano Tasso Jereissati (CE). No Mato Grosso do Sul e em Goiás, o DEM já articula um número grande de filiações até novembro. O deputado Luiz Henrique Mandetta (MS) trabalha junto ao líder do partido na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), para fazer um ato político e filiar, em um dia, cerca de mil profissionais.

- A gente está preparando uma data para fazer um bloco, a gente quer fazer um barulho num dia só. Estou preparando um ato político, para fazer essa marca histórica, estamos numa agenda política muito intensa. Ele (o governo federal) acabou fazendo um favor, que é unir politicamente a classe médica, algo impensável anos atrás - afirmou Mandetta.

Segundo avaliações do presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Geraldo Ferreira Filho, a classe médica tem capacidade de movimentar 40 milhões de votos em 2014, partindo do cálculo de que cada um dos 400 mil desses profissionais no país influencie cem pessoas, entre pacientes e familiares:

- Claro que o sentimento dos médicos é antigoverno, isso é visível. Hoje, a olhos vistos, 90% dos médicos são oposição ao governo. A impressão é que os médicos têm influência de até 40 milhões de votos. Claro que não é obrigado a transformar em voto, mas é área de influência.

Sobre a disputa em São Paulo, que tem o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), como pré-candidato ao governo do estado, Cardoso afirma que haverá oposição direta ao nome dele:

- Em relação ao candidato de São Paulo, é (contra) a pessoa dele, Alexandre Padilha, rejeição absoluta à pessoa dele e ao partido. Quando conversamos com ele, foi um monólogo, uma conversa de surdo e mudo, eles não levam em consideração nada do que falamos.

Por e-mail, Padilha comentou as declarações do presidente da AMB:

- Lamento a truculência e a arrogância de grupos isolados que se posicionam contra o programa, e a atitude do presidente de uma entidade médica de fazer esse movimento após o debate do Mais Médicos, que foi pedido por prefeitos de todos os partidos, inclusive do PSDB. Sou médico, tenho orgulho da minha profissão, mas estou ministro da Saúde e tenho de agir com foco nas necessidades da população brasileira.

O líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE), ironizou a articulação das entidades médicas e disse que o PSDB no Ceará é “uma espécie em extinção”:

 Você acha que o Ceará vai votar em médico contra o programa? O PSDB no Ceará é uma espécie em extinção. Agência Globo Siga nossas notícias no Facebook

fonte: amigosdopresidentelula

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

pagina12

Lula: tática da oposição aqui é a do boicote

14 de outubro de 2013 | 12:15
O jornal Valor faz um resumo dos trechos da entrevista do ex-presidente Lula ao jornal argentino Pagina 12 (aqui, na íntegra), onde ele diz que a postura da oposição brasileira lembra a tática de boicote utilizada pelo Partido Republicano, nos EUA, para desgastar Obama com o bloqueio ao “Obamacare”, o plano de dar acesso a saúde pública aos 60 milhões de norte-americanos que não têm planos de saúde.
Acrescento ao resumo apenas um trecho, que o jornal não reproduz:
-  Assim  como meu segundo mandato foi melhor que o primeiro, o segundo mandato de Dilma também o  será.
É bom que se destaque isso, porque a conversinha de “conquistas do Lula” que eles dizem querer manter foi exatamente aquilo que, por falta de condições políticas e econômicas – esquecem que FHC quebrara o Brasil – ele não conseguiu mudar: juros altos, reajustes limitados nos salários e baixo nível de investimentos públicos.

Lula compara oposição brasileira a republicanos nos EUA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou, em entrevista publicada nesta segunda-feira no jornal argentino “Pagina 12″, de Buenos Aires, a oposição ao seu governo com a realizada pelo Partido Republicano nos Estados Unidos.
“A oposição a meu governo acabou com um imposto que gerava R$ 40 bilhões para a saúde. Eles pensavam que iam me prejudicar, mas comigo não aconteceu nada, saí com 87% de aprovação, prejudicaram o povo”, disse Lula, em uma referencia ao fim da CPMF em 2007. “Isso parece com a lamentável intransigência da oposição norte-americana ao projeto de saúde do presidente Barack Obama”, disse.
Os Estados Unidos vivem atualmente um impasse com a resistência do Partido Republicano em aumentar o limite de endividamento público, em função do programa de saúde de Obama.
Lula viajará nesta segunda-feira para a Argentina, onde deve participar de um evento organizado por empresários e ONGs em Ciudad Evita, um bairro do município de La Matanza, um reduto político do peronismo no país. Dentro de duas semanas a Argentina realiza eleições parlamentares.
A princípio não está previsto que Lula visite a presidente Cristina Kirchner na residência oficial de Olivos, onde ela convalesce de uma cirurgia no crânio . Na entrevista, Lula disse que Brasil e Argentina “Vivem os melhores anos de sua história”, mas que “é claro que as relações poderiam ser ainda mais fortes”.
Na entrevista, Lula comenta que as manifestações populares de junho “surpreenderam”. “As manifestações foram um sinal de alerta importante para nós e vão impedir qualquer risco de relaxarmos”. Lula atribuiu as manifestações à insatisfação da população com a qualidade de serviços públicos depois que aumentou seu acesso aos mesmos. Ele descartou concorrer em 2014 e garantiu apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Para Lula, Dilma “não deve temer candidato algum”.
Por: Fernando Brito

Ser parceira da indústria nacional é um dos grandes objetivos do meu governo, afirma Dilma

Fábrica contou com financiamento de R$ 5 milhões do Finep para inovação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Fábrica contou com financiamento de R$ 5 milhões do Finep para inovação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A importância da parceria entre os diversos níveis de governo e a indústria nacional foi o destaque do discurso da presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (14), em Itajubá (MG), quando inaugurou a fábrica de transformadores de corrente e de potencial da empresa Balteau Produtos Elétricos. Segundo a presidenta, “Ser parceira da indústria nacional no seu desenvolvimento é um dos grandes objetivos do governo”.
“Expressamos aqui um compromisso da parceria entre o setor produtivo e os diferentes níveis de governo para acelerar a inovação no país. Essa parceria permite que nós ampliemos a produtividade da indústria, da agricultura e do setor de serviços e, assim fazendo, nós termos maior competitividade, especialmente na indústria e economia. (…) Essa planta expressa a confiança da Balteau na continuidade do crescimento da indústria”, destacou.
A presidenta também destacou o lançamento, no início do ano, do Plano Inova Empresa, com a destinação de R$ 32,5 bilhões para fomentar a inovação. Segundo Dilma, foram lançados editais para projetos nas áreas da pecuária, energia, petróleo e gás e tecnologia da informação, com contratos firmados que chegam a R$ 19 bilhões. Ela também destacou a vocação do Sul de Minas Gerais para as áreas de tecnologia e eletroeletrônica.
“Queremos que parceria entre a Finep e a Balteau se tornem cada vez mais comuns e bem-sucedidas. Os resultados são promissores e confirmam a disposição do setor privado em investir em inovação. (…) O Sul de Minas Gerais mostra que, com os instrumentos adequados, inciativas, investimentos em educação (…), com criação de ambiente propício, o Brasil dá mais um passo e entra numa nova fase do desenvolvimento. Nessa fase, a competitividade da economia se baseia cada vez mais no conhecimento e na educação”, afirmou.
Fábrica
A fábrica de transformadores de corrente e de potencial da empresa Balteau Produtos Elétricos conta com 11 mil m² de área construída e passa a fabricar, além de produtos de baixa e média tensão, transformadores de corrente e de potencial até 550 kV. É a única fabricante no Brasil de transformadores de instrumentos de alta tensão com capital 100% brasileiro.
Ao todo, foram investidos R$ 50 milhões na construção da fábrica, com financiamento de R$ 5 milhões da Agência Brasileira da Inovação (Finep). A planta terá capacidade produtiva anual de 50 mil peças de baixa e média tensão e 2,3 mil peças de alta tensão.
fonte: blog do planalto



ScreenHunter_2736 Oct. 13 12.31

EUA subornaram generais em 64

13 de outubro de 2013 | 12:31

O Conversa Afiada acaba de publicar um vídeo que muda um bocado as leituras que se fazem do golpe de 64. A participação americana no golpe não se limitou à comprar a mídia (a Globo, sobretudo), patrocinar campanhas de parlamentares, e estacionar porta-aviões na costa brasileira. Os EUA subornaram a cúpula do Exército Brasileiro. Um deles foi Amaury Kruel, comandante do II Exército de São Paulo.
O vídeo foi feito pelo Instituto João Goulart.
VÍDEO
Por: Miguel do Rosário

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O que Lula e Dilma fizeram por Pernambuco


O Governo Federal lançou na última semana um conjunto de peças para apresentar aos cidadãos as ações e projetos realizados nos estados. Chamada de Campanha Oportunidades, a divulgação começa destacando políticas públicas em cinco estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná e Bahia. Em Pernambuco, o destaque são as obras no Complexo de Suape, que ganhou novo acesso rodoviário e dragagem do canal.