segunda-feira, 12 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
TOMA VEVEU
JUVENTUDE FAZ PROTESTO PACIFICO NO DISTRITO DE JORDÃO POR OCASIÃO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO.

O movimento jovem de Jordão fez ontem dia 9 de agosto um protesto
pacífico em forma de teatro no Orçamento Participativo do Jordão. Eles
usavam nariz de palhaço, simbolizando que a população muitas vez é
"feita de palhaço" pelo poder público e tinham também algumas placas
simbolizando todas as reivindicações da população e também um jovem
vestido de Político com os olhos vendados, simbolizando que os políticos
fecham os olhos para os problemas do povo. Ainda teve a apresentação de
slides com um resumo de todos os problemas da Serra do Rosário, dentro
da quadra para toda a população ver, inclusive o Prefeito que ainda
pediu uma cópia do arquivo.
PARABÉNS A TODOS OS JOVENS QUE PARTICIPARAM, PELA CORAGEM E DETERMINAÇÃO DE REPRESENTAR NOSSA SERRA.


fonte
FONTE: BLOG DO SINHPA SABÓIADILMA INAUGURA AEROMÓVEL TECNOLOGIA SIMPLES E 100% BRASILEIRA
Aeromóvel é inaugurado por Dilma em Porto Alegre
Sistema pioneiro é considerado rápido, seguro, econômico e sustentável; movimento do veículo é gerado através do vento, sem prejuízo ao ambiente.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
POLÍCIA PAULISTA É CHEIA DE CORRUPTOS E NÃO É DE HOJE, SÓ A IMPRENSA GOLPISTA ACREDITA NELA
Jornal inglês vê "armação" sobre menino em massacre
8 de Agosto de 2013 às 12:43
A reportagem do Daily Mail afirma que "dúvidas surgiram na versão da polícia" depois que foi revelado que a mãe do estudante Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, a cabo Andreia Pesseghini, de 36 anos, havia denunciado policiais criminosos nos meses que antecederam sua violenta morte. O texto destaca a entrevista concedida ontem pelo coronel Wagner Dimas Pereira, chefe de Andreia, dando detalhes de sua acusação contra colegas, envolvidos em roubos de caixas eletrônicos.
Dimas disse ainda não acreditar na participação de Marcelo, descrito como um garoto quieto, muito ligado à avó e que nunca havia se envolvido em uma briga na escola. O delegado Itagiba Franco, da divisão de homicídios do DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Polícia Civil, afirmou que o relato de Dimas será investigado, mas sustenta que está praticamente descartada a hipótese de outros suspeitos envolvidos.
Segundo ele, havia sangue na camiseta do menino, "mas não havia nada no chão, nem pegadas". Os policiais encontraram os corpos da mãe e do pai, o sargento da Rota Luis Marcelo Pesseghini, de 40 anos, de Marcelo, na casa da frente da residência que fica na zona norte da capital paulista. Na casa dos fundos, mais duas vítimas: a avó e a tia-avó do garoto de 13 anos. A família também duvida da tese da Polícia Civil, que afirma que Marcelo teria se suicidado, depois de ter ido à escola dirigindo o carro da mãe.
"O adolescente acusado de matar seus pais, a avó e tia-avó foi vítima de uma armação? Polícia brasileira investiga teoria de que policiais criminosos estavam por trás de massacre", registra o título da matéria do jornal britânico.
VÍTIMA? ALCKMIN TEVE TODO O TEMPO PARA INVESTIGAR
VÍTIMA? ALCKMIN TEVE TODO O TEMPO PARA INVESTIGAR
Governador de São Paulo afirmou na semana passada que, se for comprovado o caso do cartel no metrô e nos trens, "o Estado é vítima"; Geraldo Alckmin também não tem poupado críticas ao Cade, que segundo ele, não libera a investigação e vem fazendo "vazamento seletivo" dos fatos; mas o caso já se estende há anos, e denúncias apontam como suspeito o contrato fechado pelo tucano em 2003 com a francesa Alstom para a construção da linha 4-Amarela, marcada por uma cratera em 2007; um mês antes, uma conta na Suíça atribuída ao irmão do então presidente do Metrô teria recebido cerca de R$ 20 milhões
8 DE AGOSTO DE 2013 ÀS 10:04
SP247 – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não teve receio ao dizer, na semana passada, que caso se comprove a denúncia de cartel em licitações do Metrô e trens no Estado, feita pela Siemens, "o Estado é vítima". Ele também não tem poupado críticas ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômico), subordinado ao Ministério da Justiça. Para o tucano, o órgão deveria ter impedido o esquema e faz agora um "vazamento seletivo" dos fatos, além de não liberar a investigação para o governo.
Acontece que as suspeitas nos processos de concorrência e superfaturamento nas obras do transporte sobre trilhos dura muitos anos. Uma reportagem do jornalista Rodrigo Vianna, exibida na TV Record em 2010 e trazida à tona pelo blogTijolaço, revela, por exemplo, uma lista com nomes de animais que consta de uma investigação da Polícia Federal. Diz o documento: R$ 1 milhão para o "jumento", R$ 170 mil para o "abelha", R$ 49 mil para o "macaco" e R$ 30 mil para o "tigre". Os codinomes são de pessoas que teriam recebido propinas de empreiteiras, identificadas durante a investigação Castelo de Areia. O "mel de abelha", por exemplo, era o Diretor de Assuntos Corporativos do Metrô Sérgio Corrêa Brasil.
Um episódio que se destaca é o fechamento do contrato feito por Geraldo Alckmin em 2003 com a multinacional francesa Alstom para a construção da linha 4-Amarela do Metrô, também suspeito. Um mês antes de o contrato ser acertado, uma conta na Suíça atribuída a Jorge Fagali Neto, irmão do então presidente do Metrô, teria recebido R$ 20 milhões. A conta acabou sendo bloqueada pela Justiça por suspeita de ter recebido recursos ilegais da Alstom.
A mesma decisão bloqueou outra conta, também na Suíça, atribuída a Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e segundo homem na hierarquia no primeiro governo do tucano Mario Covas (1995-1999). Leia mais aqui, em reportagem da Folha de S.Paulo publicada em 2009. Como se os desvios não fossem suficientes, as obras da Linha Amarela marcaram o País por uma tragédia: durante a construção da estação Pinheiros, uma cratera engoliu carros e um micro-ônibus, deixando sete mortos em janeiro de 2007.
Tudo prova que, se quisesse, Geraldo Alckmin teria investigado o esquema denunciado com detalhes agora pela alemã Siemens. Mas não investigou. E agora coloca a culpa no Cade.
Assista abaixo à reportagem da Record exibida em 2010:
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Inflação zera, mas Miriam Leitão não perde a pose
Inflação zera, mas Miriam Leitão não perde a pose
6 de Aug de 2013 | 11:50
Não é, apesar de parecer, inside information. Toda a torcida do Flamengo e do Corinthians nos meios econômicos sabe disso.
É possível que venha até ligeiramente negativo o IPCA, embora não se possa, de boa-fé, fazer projeções com centésimos de pontos.
Sabe, porque dois índices muito semelhantes, em sua conformação, ao IPCA foram anunciados no final da semana e hoje: os Índices de Preços ao Consumidor da Fipe e da Fundação Getúlio Vargas, que caíram 0,13 e 0,17%, respectivamente.
Mas, claro, Miriam Leitão, em seu comentário do Bom Dia, Brasil, não deixa a peteca catastrofista cair.
Primeiro, fala da pressão do dólar, que pode elevar os preços.
Sim, pode. Mas há sinais disso?
O Índice Geral de Preços da FGV, que abarca também a variação de preços no atacado (60% do indicador), mais sensível à variação cambial, foi divulgado hoje e caiu de 0,35% em junho para 0,14%. Em relação a julho passado, queda muito forte: era de 1,52%. No item ”Matérias-Primas Brutas”, a taxa de variação passou de 1,39%, em junho, para -0,02% e no grupo Bens Finais, expurgado da baixa dos de alimentos in natura registrou estabilidade: de 0,45%, ante 0,46%, em junho.
Mas Miriam volta à carga: diz que o BC quer “aproveitar a janela de oportunidade” para o combate à inflação – inflação em queda – e talvez prossiga na escalada de aumento das taxas de juros.
É incrível: gripe ou resfriado, chuva ou sol, juros são o melhor remédio, sempre, para esta gente.
Por: Fernando Brito
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