sábado, 3 de agosto de 2013

Agora está explicado: secretário executivo da Secom é reaça raivoso!

3 de Aug de 2013 | 16:13
As máscaras estão caindo. A editora do blog Viomundo, Conceição Lemes, arrancou a do secretário-executivo da Secom, Roberto Messias. Agora entendemos porque a Secom andou cortando patrocínios para jornais, revistas e sites progressistas e concentrou tanto dinheiro na Globo e seus satélites.
Messias é um reacionário tucano instalado num dos lugares mais estratégicos do governo federal.
A matéria da Conceição Lemes, embasada em documentos, mostra que Messias, além de reacionário, é um mau caráter.
Seu erro, porém, foi abrir a boca na frente de uma das repórteres mais atentas da blogosfera.
Durante a entrevista, Conceição Lemes menciona o Bônus de Volume milionário que a mídia paga às agências para fidelizá-las. No julgamento do mensalão, o STF considerou o BV recebido pela DNA Propaganda uma propina, desconsiderando que se trata de uma prática comum, regulamentada no país. É absolutamente imoral, concentrador, mas legal. Funciona assim: o anunciante contrata uma agência para veciular uma campanha; a agência escolhe um veículo, a Globo por exemplo; a Globo dá um prêmio em dinheiro à agência pela gentileza de tê-la escolhido. A Globo usa um pouquinho do dinheiro que recebe dos anunciantes para fidelizar a agência. É um verdadeiro jabá pró-monopólio, bancado inclusive com as verbas da Secom.
Em dado momento, Lemes cita Pizzolato, que pode ser preso pelos bônus de volume recebidos pela DNA Propaganda. Messias não resiste a um impulso de ódio ideológico e interrompe a entrevistadora para defender a prisão do petista. A entrevista continua, mas a repórter, intrigada, foi pesquisar mais tarde a razão da implicância de Messias contra Pizzolato. E acabou descobrindo algumas importantes peças do quebra-cabeças que a mídia montou para forjar essa peça de ficção que se tornou a Ação Penal 470.
Messias foi subordinado durante muitos anos a Claudio Vasconcelos, dentro do Banco do Brasil. Ambos pertenciam à ala tucana até hoje majoritária do banco. Messias ascendeu na carreira sempre na base da indicação política. Pizzolato é um dos raros petistas que ocuparam posições importantes no BB e ascendeu na instituição eleito pelos próprios funcionários.
A prova do incrível mau caratismo de Messias é que ele sabe que o Fundo Visanet jamais foi “dinheiro público”, conforme o STF, enganado por Joaquim Barbosa, tentou provar para balisar a tese do mensalão. Mais ainda: Messias sabe que a função de Pizzolato era subalterna no BB. Quem decidia sobre os contratos de publicidade com a Visanet e outros era a vice-presidência e a gerência-executiva do departamento de Propaganda e Marketing. Só estas instâncias tinham poder de avalizar transferências de recursos e davam a palavra final sobre as campanhas de marketing. E quem era o gerente-executivo de Propaganda e Marketing do Banco do Brasil, desde 2001, nomeado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, até a época de Pizzolato? Eles mesmo, Claudio Vasconcelos, o querido ex-chefe de Roberto Messias.
A decisão que deliberou a última prorrogação do contrato com a DNA, de Marcos Valério, foi tomada em 4 de fevereiro de 2003,  assinada por… Claudio Vasconcelos. Pizzolato só assumiria a função de diretor de marketing em 14 de fevereiro do mesmo ano.
Pizzolato foi condenado pelo STF porque sua assinatura consta em pareceres internos do Banco do Brasil que falam da DNA. Nenhum desses documentos é deliberativo. São documentos de uso doméstico. Nestes documentos, aparecem outros executivos do banco, como Claudio Vasconcelos. Contudo somente Pizzolato foi “sorteado” pra Cristo pela Procuradoria e pelo STF. Nos documentos realmente deliberativos que tratam da relação entre o Banco do Brasil, o Fundo Visanet e a DNA Propaganda, não aparece o nome de Pizzolato, mas o de Claudio Vasconcelos. Há um laudo, o 2828, contendo uma investigação pedida pelo próprio Joaquim Barbosa, que prova a inocência de Pizzolato, mas que foi criminosamente ocultado por Barbosa porque desconstruía a narrativa fantástica que eles conseguiram impor ao Brasil.
A presença de Roberto Messias como “homem-forte” da Secom ajudou a dar suporte ao massacre midiático sofrido pelos réus. Com seus critérios ~técnicos~ a Secom concentrou a maioria dos recursos federais em veículos conservadores, e cortou verbas para aqueles que poderiam exercer uma contraponto às posições hegemônicas da grande mídia.
Messias sabe que Pizzolato é inocente, e que sua prisão é uma arbitrariedade e uma injustiça. Mas seu ódio ideológico é maior que tudo.
Conforme diz o Viomundo, ao nomear Helena Chagas e Roberto Messias para chefiar a Secom, Dilma ajudou a CIA a receber em seus quadros dois agentes da KGB.
Por: Miguel do Rosário

Globo joga a toalha: exibe "propinão" tucano no metrô de SP durante governos Alckmin e Serra


CHARGE:O assalto ao trem pagador


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O Foro de São Paulo foi crucial para a chegada da esquerda ao poder

O Foro de São Paulo foi crucial para a chegada da esquerda ao poder

Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
“Na década de 90 era difícil conceber que a esquerda pudesse chegar ao poder por vias eleitorais”, começou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu discurso na noite desta sexta-feira (2). Ele falou na abertura do XIX Foro de São Paulo que acontece na capital paulista.
Lula lembrou o papel crucial que o Foro de São Paulo teve na construção de governos de esquerda na América Latina. “Quero creditar parte da chegada da esquerda ao poder na América Latina ao Foro de São Paulo”. O ex-presidente ressaltou que ainda hoje há setores sociais que não admitem que um operário ou um índio tenham chegado à Presidência.

A necessidade de renovação também foi tema da fala de Lula. “Precisamos parar de reclamar dos meios de comunicação e criar nossos próprios meios de nos comunicar”, disse Lula ressaltando o papel crucial da internet na organização de uma comunicação eficiente. “Precisamos também de uma nova forma de organização”, afirmou Lula lembrando que as recentes manifestações mostraram que há novas formas de fazer política que precisam ser levadas em conta.
Antes de Lula falaram vários representantes de partidos brasileiros e latino-americanos que compõem o Foro de São Paulo. A espionagem americana, os golpes de Estado em Honduras e no Paraguai, o bloqueio americano a Cuba e a retenção do avião de Evo Morales na Europa foram alguns dos temas lembrados por eles.
O Foro de São Paulo foi criado em 1990, em São Paulo, e reúne os partidos progressistas da América Latina e Caribe. Entre os temas a serem debatidos este ano estão a situação no Oriente médio; a relação entre América Latina e África; a situação na Europa e nos Estados Unidos; a relação entre a América Latina e os Brics.
Ouça o áudio completo da fala de Lula:
AUDIO

Juízes de Tribunal
boicotam trem-bala

Juízes do TCU colaboram para atrasar. Eles são do PDS, do PFL …, fracassomaníacos

José Jorge, o do Apagão, e José Múcio, o do Thomas Jefferson, juízes que enobrecem os tribunais pátrios


Amigo navegante envia texto e áudio de solene sessão de um Tribunal, onde juízes deveriam julgar como juízes.

Trata-se do Tribunal (sic) de Contas da União.

Um tradicional reduto (imparcial…) do PDS e do PFL.

Um tradicional centro de resistência ao desenvolvimento do país, desde que passou a ser  governado por Lula e Dilma.

No caso, os dois juízes que anunciam que vão boicotar o projeto do trem-bala foram do PDS e do PFL, dois baluartes da Democracia.

O Ministro José Jorge, como se sabe, foi o notável Ministro do Apagão, no Governo do Farol de Alexandria.

E candidato a vice na chapa Geraldo Alckmin – hoje entalado no propinoduto tucano -, devidamente derrotada por Lula em 2006.

José Jorge é uma autoridade em fracassos.

A começar pelo capítulo Energia…

Veja como votam e “julgam” os dois “juízes” pefelistas:


Fala do Ministro José Jorge, do TCU, comentando acórdão que aprovou o 1º estágio do processo de desestatização das BRs 262/ES/MG e BR-050/GO/MG:

(…) tem alguns projetos que são bem mais polêmicos. Eu lembro aqui, por exemplo, do trem bala. Esse trem bala é uma coisa que, aqui no Brasil, ninguém está pedindo esse trem. Vocês viram aí, teve desfile no Brasil inteiro e não teve uma placa a favor do trem bala. Ninguém é a favor desse trem bala. Isso surgiu na cabeça não sei de quem. Se fosse bala acho que tinha até gente a favor, mas trem bala, isso não tem … Porque se verifica que você tem sistemas de transporte urbano em quase todas as cidades do Brasil: em São Paulo, por exemplo, um trabalhador demora, em média, duas horas para sair do trabalho dele ou para sair de casa e chegar no trabalho e mais duas para voltar. Os metrôs, tanto do Rio quanto de São Paulo, e de outras cidades nem se fala, são mínimos. E ninguém … Esse trem bala eu não a quem vai beneficiar, porque para você ir do Rio para São Paulo você pode ir de ônibus, é uma viagem tranquila, confortável, e também pode ir de avião. Quer dizer, seria só gerar um sistema alternativo a mais. Caríssimo. Bilhões que nem os empreiteiros estão querendo. Serviço que empreiteiro não quer você já vê que… serviço de bilhões que ele não quer, já vê. Então eu acho que aqui, nós do TCU, nós temos a obrigação de, num processo feito esse, ser muito mais detalhado e pedir tudo aquilo que for possível. Inclusive ajudando a atrasar isso. Porque pode chegar o momento que alguém desista. Então quanto mais a gente puder ajudar a atrasar, para que se pense melhor, porque não é uma prioridade, enquanto isso se pode, evidentemente, priorizar a construção, a ampliação de metrôs, de sistemas de transporte coletivo. É só isso que eu gostaria de chamar a atenção. Que nem em todo processo nós podemos colaborar como estamos colaborando com esse [refere-se ao da desestatização] para agilizar. Não foi o caso? Vossa Excelência até pediu para votar primeiro. Exatamente eu imagino que é para agilizar, para que eles saiam correndo daqui e já possam lançar o edital. Eu acho que tem outros que a gente tem que colaborar para atrasar. Eu acho que esse do trem bala é um. Quer dizer, não há um consenso na sociedade, de que ninguém pede esse trem bala, ele surgiu não sei de onde, talvez por imitação, porque tem na China, tem na França, tem nos Estados Unidos. Acontece que esses países já resolveram essa questão de transporte urbano. Então, antes de resolver o transporte urbano, principalmente de Rio e São Paulo, é muito difícil que seja viável construir esse trem bala. Então eu acho que é isso que eu gostaria de ressaltar e parabenizar Vossa Excelência pela boa vontade, pela agilidade junto com o corpo técnico do Tribunal.

Fala do Ministro José Múcio:

Excelência, eu ia só cumprimentar a excelência do trabalho da equipe técnica do Tribunal, mas também preciso cumprimentar a competência da crítica do Ministro José Jorge. De repente eu me sinto assim no meio de uma passeata, fazendo os meus protestos, também aqui. Na verdade eu acho que é indiscutível que o sistema viário brasileiro acabou, e a gente sente, a despeito das simpatias partidárias ou ideológicas que isso está começando… os governos estão se sentindo… estão ficando impotentes para resolver. (…) Com relação ao trem bala, antevendo a visão aqui do Ministro José Jorge, parece que hoje o governo deu também um tiro no trem bala, porque os jornais anunciaram que ele deixou absolutamente de ser prioridade diante do caos que está havendo nas cidades não está mais nem preocupado em ligar Rio a São Paulo, mas resolver o problema urbano em todas as cidades.

Clique aqui e ouça a fala do ministro José Jorge.

Clique aqui para ouvir a do ministro José Múcio.

E aqui para ver o vídeo com o José Múcio.



Imagine, amigo navegante, o que esses imparciais juízes não fazem com outros projetos do PAC …
Como eles “julgam” para “ajudar a atrasar”.
Aqui, a ficha técnica do fracassomaníaco José Jorge:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Jorge_de_Vasconcelos_Lima
E aqui a de seu colega de tribunal, o “Juiz” José Múcio, que encerrou – literalmente – a carreira política nos braços do PTB de Thomas Jefferson:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_M%C3%BAcio_Monteiro
Viva o Brasil !
Paulo Henrique Amorim

ROUBO DO PSDB EM SÃO PAULO SAIU NO JN, ASSISTA ANTES QUE ELES TIREM DO AR


Edição do dia 02/08/2013
02/08/2013 21h40 - Atualizado em 02/08/2013 21h40

Cade investiga denúncia de formação de cartel em obras de governos do PSDB em São Paulo

Uma reportagem publicada nesta sexta-feira (2) no jornal Folha de São Paulo afirma que a companhia Siemens denunciou que governos estaduais paulistas.

Uma reportagem publicada nesta sexta-feira (2) no jornal Folha de São Paulo afirma que a companhia Siemens denunciou que governos estaduais paulistas, comandados pelo PSDB, deram aval para um acordo ilegal firmado entre empresas que participaram de licitações para obras do metrô.
O chamado cartel ocorre quando empresas fazem esse acordo para limitar a concorrência e, dessa forma, conseguir elevar os preços. Segundo o jornal, a prática também ocorreu no Distrito Federal e foi denunciada pela multinacional alemã ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica - o Cade.
O que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica está investigando é uma suposta formação de cartel em licitações para obras e para manutenção do metrô e trens de São Paulo e Brasília, entre 1998 e 2008.
Um grupo de empresas teria se unido para combinar um preço entre elas e aumentar o valor das concorrências.
Em um despacho do dia 19 de junho, a Justiça Federal de São Paulo determinou uma busca e apreensão de documentos em empresas que teriam participado desse cartel. O pedido foi feito pelo Cade. A operação foi realizada no dia 4 de julho e teve a ajuda da Polícia Federal.
No despacho, que está no site do Tribunal de Justiça, a juíza responsável, Marcelle Carvalho, afirma que foi assinado um acordo de leniência entre o Cade e a empresa alemã Siemens. É uma espécie de delação premiada. Com esse acordo, a empresa se comprometeu a entregar informações sobre o esquema em troca de não ser condenada criminalmente e não sofrer processo administrativo - caso o cartel seja confirmado e condenado.
De acordo com a juíza, a Siemens e funcionários, chamados de beneficiários, confessaram participação como coautores da formação do cartel.
Na quinta-feira, a Siemens publicou nos jornais uma nota em que afirma não ser a fonte das informações sobre a investigação, e que desconhece os fundamentos de tais especulações.
Ao Jornal Nacional, o Cade confirmou que a investigação está em andamento e que houve mesmo um acordo de leniência, mas não informou com qual empresa.
Nesta sexta, a Folha de São Paulo voltou a afirmar que foi a Siemens que entregou às autoridades uma lista com 18 empresas que fariam parte do cartel. Além da própria Siemens, que é alemã, aparecem a francesa Alstom, a canadense Bombardier, a espanhola Caf e a japonesa Mitsui.
Segundo o jornal, numa das licitações, para a obra da linha 5 do metrô de São Paulo, quatro empresas formaram um consórcio único para vencer a concorrência. E combinaram de subcontratar as empresas perdedoras. O que de fato ocorreu, segundo o jornal.
Ainda segundo a reportagem, a Siemens apresentou ao Cade documentos nos quais afirma que o governo de São Paulo soube e deu aval à formação do cartel nessa licitação, concluída no ano 2000. Na época, o estado era governado por Mário Covas, do PSDB. A reportagem diz que, segundo o Cade, o conluio se estendeu ao governo de seu sucessor, Geraldo Alckmin, e ao primeiro ano do governo de José Serra, os dois também do PSDB.
O secretário da Casa Civil do governo Alckmin, Edson Aparecido, acusou o Cade de ter vazado as informações sobre a investigação com objetivos políticos. Ele afirmou que desde a busca e apreensão dos documentos nas empresas, o governo do estado pediu para ter acesso à investigação, mas, segundo ele, até agora nada. Edson aparecido disse que o governo Alckmin quer rigor na apuração do suposto cartel.
“Há todo interesse na apuração não só para que o estado tenha seu ressarcimento devido, como também no processo de apuração, saber se há envolvimento de algum funcionário do estado”, disse o secretário.
O Cade negou que faça uso político de qualquer investigação. E afirmou que só depois de analisar todos os documentos apreendidos e instaurar um processo poderá identificar as empresas e pessoas físicas envolvidas, os projetos e cidades afetadas.
O consultor Claudio de Senna Frederico, que comandou a Secretaria de Transportes no governo Covas, do PSDB, declarou que não procede a informação de que o órgão teria dado aval para um acordo entre empresas.  Ele disse ainda que não sabia de qualquer negociação entre essas empresas.
A assessoria de José Serra, também do PSDB, defendeu as investigações e declarou o governo dele não tomou conhecimento de qualquer formação de cartel, nem deu aval a essa prática.
O diretório estadual do PSDB de São Paulo divulgou nota, em que afirma que nunca compactuou com o erro e com a falta de conduta ética.
A atual diretoria do metrô do Distrito Federal afirmou que o processo de licitação que está sendo investigado ocorreu nos governos anteriores. Teve início em 2005, na gestão de Joaquim Roriz, então do PMDB, e foi assinado em 2007, no governo de José Roberto Arruda, então do Democratas.  As assessorias dos dois ex-governadores negaram que eles soubessem de irregularidades.
Ao Jornal Nacional, a Siemens repetiu que não foi a fonte das informações sobre o suposto esquema de cartel. A empresa declarou que não pode se manifestar sobre investigações em andamento, mas que está cooperando com as autoridades.
As empresas Alstom, Bombardier, Caf e Mitsui também declararam que estão colaborando com as investigações.
VÍDEO 

Cai a blindagem tucana: caso Siemens no JN

247 - Uma semana atrás, uma reportagem do 247 levantou uma questão constrangedora para a imprensa brasileira: por que Geraldo Alckmin é tão blindado pela mídia? (leia aqui). Dias depois, o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) questionou a postura da Folha, que noticiava o caso, sem mencionar o governador tucano e seus antecessores José Serra e Mario Covas (leia aqui).
Ontem, num protesto que começou na Avenida Paulista, o caso Siemens ganhou as ruas. E uma nova manifestação, com esse foco, está marcada para o próximo dia 14 (leia aqui).
Diante das evidências e da pressão das ruas, o Jornal Nacional se rendeu. E pela primeira vez citou o caso, numa reportagem de cinco minutos conduzida pelo repórter José Roberto Bornier. Nela, Alckmin, Serra e Covas foram citados. Os apresentadores Patrícia Poeta e William Bonner também mencionaram o acordo de leniência feito pela Siemens junto ao Cade, pelo qual a multinacional alemã se comprometeu a revelar o esquema que desviou recursos do metrô, para diminuir as penas dos seus executivos.
Será que agora, finalmente, caiu a blindagem tucana?
FONTE: BRASIL 247