quarta-feira, 8 de maio de 2013

BRASIL DIRIGE A OMC - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO



Em nota, Dilma agradece apoio em eleição de Roberto Azevêdo para a direção-geral da OMC

Presidenta Dilma Rousseff com o embaixador Roberto Azevêdo durante viagem a Malabo, na Guiné Equatorial. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Presidenta Dilma Rousseff com o embaixador Roberto Azevêdo durante viagem a Malabo, na Guiné Equatorial. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Em nota divulgada nesta terça-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff afirmou ter recebido com satisfação a escolha do embaixador Roberto Azevêdo para diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Dilma destacou a experiência e o compromisso do embaixador, que, segundo ela, foi escolhido com o objetivo de criar as condições para um ordenamento econômico mundial mais dinâmico e justo.
Confira a íntegra da nota

O Governo brasileiro recebe com satisfação a escolha do Embaixador Roberto Azevêdo para Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio.
Ainda sofrendo os efeitos da crise mundial iniciada em 2008, caberá à OMC nos próximos anos dar um novo, equilibrado e vigoroso impulso ao comercio mundial, fundamental para que a economia global entre em novo período de crescimento e justiça social.
Ao apresentar o nome do Embaixador Azevêdo para esta alta função, o Brasil tinha claro que, por sua experiência e compromisso, ele poderia conduzir a Organização na direção de um ordenamento econômico mundial mais dinâmico e justo.
Essa mensagem foi entendida por expressiva maioria e, por esta razão, agradeço o apoio que nosso candidato recebeu de Governos de todo o mundo nas três rodadas de votação. Essa não é uma vitória do Brasil, nem de um grupo de países, mas da Organização Mundial do Comércio.


Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

segunda-feira, 6 de maio de 2013

 

Fiat anuncia R$ 15 bi de investimentos no Brasil até 2016

  • Diogo Alcântara

A Fiat anunciou na tarde desta segunda-feira investimentos no Brasil de R$ 15 bilhões para o período de 2013 a 2016. Os recursos serão destinados à implantação de uma nova fábrica em Pernambuco, com linha de montagem para veículos de passeio, e também servirão para expandir a produção dos braços militar e de caminhões da holding.

Parte dos recursos já estavam previstos no plano de investimentos lançado em 2011. Na ocasião, a Fiat prometia investir R$ 10 bilhões até 2014. Como só foram investidos até o momento R$ 4 bilhões, a empresa decidiu ampliar os recursos em R$ 9 bilhões para o novo prazo.

Segundo nota à imprensa, os investimentos deverão gerar 7,7 mil novos empregos diretos e 12 mil empregos indiretos. Os investimentos referem-se às empresas que integram as holdings Fiat SpA e Fiat Industrial e destinam-se a inovação; desenvolvimento de novos produtos e tecnologias; melhoria de processos logísticos e de manufatura; expansão da capacidade produtiva e construção de novas fábricas de linhas de produção.

O anúncio do novo plano de investimento foi feito pelo CEO mundial da Fiat Chrysler e presidente mundial da Fiat Industrial, Sergio Marchionne, e pelo presidente da Fiat Chrysler na América Latina, Cledorvino Belini, em audiência com a presidente Dilma Rousseff.
fonte:terra

 

 

Luiz Gushiken absolvido. A imprensa não deu manchete


A imprensa,  que no passado, publicou manchete sensacionalista  julgando e condenando o ex-ministro - do governo Lula-  da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Luiz Gushiken  não deu espaço nos jornais para publicar a  absolvição
Doze réus da Ação Penal 470, o processo do mensalão, foram oficialmente absolvidos nesta sexta-feira. A informação foi divulgada no sistema de acompanhamento processual do Supremo Tribunal Federal (STF).

O caso dos réus “está transitado em julgado”, já que o Ministério Público Federal (MPF) não recorreu da decisão até ontem, quando terminou o prazo para os embargos declaratórios na Suprema Corte.

A decisão garante a absolvição do ex-ministro dos Transportes, Anderson Adauto Pereira; do ex-chefe de gabinete do Ministério dos Transportes, José Luiz Alves; do ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Luiz Gushiken; da gerente financeira da SMP&B, Geiza Dias dos Santos; da ex-assessora parlamentar, Anita Leocádia Pereira da Costa; do ex-assessor do PL, Antônio de Pádua de Souza Lamas; da ex-vice presidente do Banco Rural, Ayanna Tenório Tôrres de Jesus; do publicitário Duda Mendonça e sua sócia Zilmar Fernandes Silveira; e dos ex-deputados João Magno (PT-MG), Paulo Rocha (PT-PA) e Professor Luizinho (PT-SP).

Ontem, mesmo sem ter sido condenado pelo STF, o empresário Carlos Alberto Quaglia recorreu da decisão. Seu caso foi encaminhado para a Justiça Federal de primeira instância logo no início do julgamento porque houve problemas processuais na tramitação no Supremo. Para o defensor público geral Haman Tabosa e Córdova, a Corte deve extinguir a acusação de formação de quadrilha, pois os demais réus acusados do mesmo crime foram absolvidos.

Além de Quaglia, todos os 25 réus condenados no julgamento apresentaram recursos ao STF. Os embargos declaratórios agora serão encaminhados ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Ele terá dez dias para se pronunciar. Depois dessa etapa, o relator e presidente do STF, Joaquim Barbosa, reúne todas as informações e prepara os recursos para levar a plenário. Barbosa informou que deve começar a avaliar os recursos a partir da próxima semana.

Após o julgamento dos embargos declaratórios, os condenados podem apresentar outro tipo de recurso, os embargos infringentes. Segundo o Regimento Interno do STF, os recursos que permitem pedido de novo julgamento só podem ser usados quando existem ao menos quatro votos pela absolvição. Os ministros ainda não decidiram se esse recurso é admissível, pois alguns acreditam que a ferramenta foi suprimida pela legislação comum.

Dos 40 réus iniciais, três não chegaram a passar pelo julgamento. Dos 37 julgados, 25 foram condenados e 12 absolvidos. A Corte decidiu que 11 deles devem cumprir a pena em regime inicialmente fechado, 11 em regime semiaberto, um em regime aberto e dois tiveram a pena substituída por medidas restritivas de direito, como pagamento de multa e proibição de exercício de função pública. Ao todo, as condenações somaram 273 anos, três meses e quatro dias de prisão, e as multas superaram R$ 20 milhões em valores ainda não atualizados.- Da Agência Brasil

sexta-feira, 3 de maio de 2013

NORT SHOPPING SOBRAL COMEÇA MAL INAUGURAÇÃO SOMENTE PARA RICOS COM SHOW E PARA O RESTANTE DO POVO NADA

TIRIRICA NA INAUGURAÇÃO DO NORTH SHOPPING SOBRAL

Bem a vontade o deputado federal Tiririca (PR-SP) foi um dos mais assediados, na Inauguração do North Shopping Sobral. O deputado palhaço, dançou, brincou, cantou e posou ao lado de políticos e convidados seletos.
FONTE: SOBRAL DE PRIMA
 
O POVO FICOU DE FORA, SERÁ QUE ELE VAI VENDER SOMENTE PARA RICOS?

Pesquisa 'sinistra' do Datafolha testa popularidade da volta da ditadura

Pouca gente viu, quase ninguém comentou. No feriado de 1º de maio, o instituto de pesquisa Datafolha, dos mesmos donos do jornalão "Folha de S.Paulo", divulgou uma pesquisa, restrita à capital paulista, para conferir se os paulistanos apoiariam a implantação de uma ditadura no Brasil.
Na pesquisa, sinistra – para dizer o mínimo –, os números estimulados foram:
- 53% dos entrevistados disserem concordar com a afirmação: "democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo".
- 19% escolheram: "em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura do que um regime democrático".
- 20% escolheram: "tanto faz se o governo é uma democracia ou uma ditadura".
Os 8% restantes se dividem entre quem se declarou explicitamente favorável a uma ditadura e os que respondem "não sei".
A notícia saiu sob o título “Apoio ao regime democrático tem ligeira queda” e tem viés de pregação antidemocrática. Isso porque, segundo a publicação,  houve oscilação nos números em relação há 10 anos atrás,  quando  57% dos entrevistados  responderam "democracia sempre" e os que responderam "depende das circunstâncias" foram 16%.

Lições e cuidados

A partir do momento em que as velhas oligarquias econômicas, incluindo aí os barões da mídia, passaram a perder eleições no voto popular, voltaram a flertar com o golpismo. O jornalão foi notório conspirador pelo golpe de 1964 e um dos principais bastiões de sustentação da ditadura por mais de uma década, até iniciar o processo de abertura política no final dos anos 70. Hoje as oligarquias que perderam poder político, sonham com um golpe nos moldes hondurenhos, aplicado pelo judiciário.
Isso explica os jornalões e TV's demonizarem os políticos eleitos pelo voto popular e endeusarem os juízes do STF.
É verdade que muitos políticos fazem por merecer certa dose de  má fama, mas há também muitos que honram seus mandatos e representam com dignidade e honram os votos que receberam de seus eleitores. Da mesma forma, no Judiciário também tem muita gente honrada e outras nem tanto. E há outros que, mesmo agindo dentro das leis, também usam e abusam de privilégios, vantagens, mordomias e luxos com dinheiro público. E há ainda os que são parciais nos julgamentos por afinidade política.
Aliás, bem ou mal, quase todo político tem de enfrentar as urnas de quatro em quatro anos, tem de expor seus bens na internet e, numa campanha, em geral, tem a vida devassada, nova denúncias aparecem e antigas são requentadas, as promessas descumpridas são cobradas. Se todos os juízes tivessem de passar por uma prova de fogo semelhante de tempos em tempos, quantos conseguiriam manter suas imagens de impolutos?
Além disso, paradoxalmente, é o Judiciário co-responsável pela eleição de muitos picaretas, por ser lerdo em julgar quem é notoriamente ficha suja, mas oficialmente ainda não tem condenação final. Não é justo dizer que o só povo escolhe mal, se a própria Justiça Eleitoral atesta que o candidato tem situação regular para se candidatar e tomar posse de sem mandato.
Logo, é simplismo demonizar o Poder Legislativo e endeusar o Judiciário. Ambos têm muito o que melhorar, corrigir antigos vícios e se tornarem mais republicanos. E só a democracia, com ampla transparência pública, levará à depuração destas instituições.
Mas a velha imprensa aposta nessa vigarice golpista, fazendo campanha de demonização só de parlamentares, sem separar o joio do trigo. Tudo para desqualificar o voto popular e fazer o cidadão desistir da sua própria participação política. Tudo para levar o cidadão a não acreditar no seu próprio poder de transformar a sociedade pelo engajamento.
No fundo é a tentativa de aplicar o velho golpe: tirar o povo do caminho, para colocar no governo um preposto que governe só para as velhas oligarquias que atrasaram o Brasil por 500 anos.

FONTE: REDE BRASIL ATUAL

quinta-feira, 2 de maio de 2013

INSEGURANÇA EM SÃO PAULO

247 – Em ano véspera de eleição, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) parece perdido na guerra contra a violência. Para Vera Magalhães, colunista da Folha, tudo indica que a segurança vai mudar de lado no palanque. Leia:
Sem blindagem
SÃO PAULO - Enquanto no Rio a política de segurança pública virou o maior ativo eleitoral do PMDB e o secretário José Mariano Beltrame é disputado por dois partidos, em São Paulo o tema é o maior pesadelo de Geraldo Alckmin para sua reeleição.
Cinco meses depois de trocar Antonio Ferreira Pinto por Fernando Grella no comando da segurança, o governador tomou a frente da área ao lançar a proposta que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para permitir punição mais severa a menores reincidentes em crimes graves.
Trata-se de uma cartada de risco: além de a proposta ser controversa e de haver pouco tempo para que seja votada antes das eleições, Alckmin eliminou qualquer anteparo entre ele e o problema da violência. Agindo sem intermediários, será cobrado pelo resultado também diretamente.
Se em novembro a demissão de Ferreira Pinto parecia ser a única resposta à onda de violência que levou à explosão dos índices de homicídios, seu substituto, elogiado pela propensão ao diálogo, mas longe da figura do "xerife'' dos antecessores, não conseguiu ainda demonstrar que tem o controle das polícias nem ser visto como quem dita a política da pasta --justamente a imagem que transformou Beltrame em estrela.
O fato de o governador ter em sua gaveta uma caderneta em que anota, diariamente, os números de homicídios e latrocínios ilustra a falta de uma estrutura que o preserve da superexposição ao vaivém dos índices.
Em 2010, as críticas dos rivais do PSDB no Estado se concentraram no preço do pedágio nas estradas e na progressão automática no ensino --temas que não "colaram". Alckmin foi eleito no primeiro turno.
Mais: naquela eleição, a redução de números da violência era uma conquista importante do PSDB.
Agora que os índices se deterioraram, tudo indica que a segurança vai mudar de lado no palanque. Ou Alckmin repensa a política para, em 17 meses, sair da linha de frente, ou será o alvo direto dos adversários.
fonte: BRASIL 24/7

Em pronunciamento, Dilma defende que recursos do petróleo sejam destinados para a educação




A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta quarta-feira (01), durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV sobre o Dia do Trabalho, que todos os royalties, participações especiais do petróleo e recursos do pré-sal sejam usados exclusivamente na educação. A presidenta disse que enviou ao Congresso Nacional uma nova proposta para destinar os recursos do petróleo para a educação.
“Um governo só pode cumprir bem o seu papel se tiver vontade política e se contar com verba suficiente. Por isso, é importante que o Congresso Nacional aprove nossa proposta de destinar os recursos do petróleo para a educação. Peço a vocês que incentivem o seu deputado e o seu senador para que eles apoiem esta iniciativa”, disse.
No pronunciamento, Dilma falou da alegria de comemorar o 1º de Maio com recordes sucessivos no emprego, na valorização do salário e nas conquistas sociais dos trabalhadores. Ela lembrou que o Brasil gerou, nos últimos dez anos, mais de 19 milhões empregos com carteira assinada e que o salário-mínimo cresceu mais de 70% em termos reais. A presidenta também disse que a renda do trabalho foi um dos principais fatores para diminuir a desigualdade.
“Mesmo com a importância dos programas sociais, foi a renda do trabalho que mais contribuiu na diminuição da desigualdade. Com os programas de transferência de renda, já tiramos 36 milhões de brasileiros da miséria. Mas são o emprego e o salário que estão impedindo que essas pessoas voltem para a pobreza, e também aceleram a ascensão social de milhões de outros brasileiros. Foi assim que 40 milhões de brasileiros foram para a classe média. Isso se deu por causa da valorização do salário-mínimo, do recorde na geração de emprego com carteira assinada e do ganho real em todas as faixas salariais”, afirmou.
Segundo Dilma, os direitos trabalhistas avançam e as dívidas sociais históricas estão sendo resgatadas, como ocorreu recentemente com a aprovação da PEC que estende os direitos previstos na CLT aos trabalhadores domésticos. A presidenta disse ainda que o Brasil, em meio a uma crise internacional, conseguiu diminuir o desemprego e conceder reajustes salariais.
“Por sinal, em 2012 enquanto lá fora cresciam o desemprego e as perdas salariais, aqui ocorria exatamente o contrário. Tivemos o menor índice de desemprego da história e, segundo o Dieese, o melhor ano de reajustes, com 95% das categorias conquistando aumento real de salário. Não houve apenas aumento, mas também melhoria na qualidade do emprego: cresceram os níveis de escolaridade dos empregados e ampliou-se a formalização do emprego. Ao mesmo tempo, diminuiu a taxa de desemprego entre os jovens e aumentou o emprego entre os mais maduros”.
A presidenta disse que o Brasil seguirá na rota de crescimento com estabilidade, distribuição de renda e diminuição das desigualdades, lutando pela redução de impostos e pela diminuição dos custos para o produtor e o consumidor.
“É mais do que óbvio que um governo que age assim e uma presidenta que pensa desta maneira não vão descuidar nunca do controle da inflação. Esta é uma luta constante, imutável, permanente. Não abandonaremos jamais os pilares da nossa política econômica, que têm por base o crescimento sustentado e a estabilidade”, afirmou.