domingo, 7 de abril de 2013

APOIADO!! FLANELINHA ENCHE O SACO, O CIDADÃO PODERIA VIVER SEM ISSO

ACORDA SOBRAL!!

 
Em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, uma medida que deveria ser copiada e adotada pelo Brasil inteiro: começou a vigorar a lei que proíbe a atuação dos flanelinhas por entenderem que a rua é um espaço público que não pode ser privatizado. Os suspeitos de serem guardadores de carros, pegos em flagrante pela polícia, deverão ser encaminhados para projetos sociais da prefeitura. A intenção é encaminhar a pessoa para um setor de busca de emprego. Caso o suspeito se recuse, ele deverá responder pelo crime de exploração indevida da atividade nas vias públicas.
 
FONTE: BLOG SINHA SABOIA

sábado, 6 de abril de 2013

O Estadão se prepara para
fechar. Já vai tarde !

A próxima é a Folha, que compete com a IBM no mercado global de TI

Gandour: um conteúdo a caminho do precipício




Só para ficar no últimos dias.

O Estadão disse que a Dilma mandou espionar o Pauzinho do Dantas no porto de Suape e é mentira: ela chamou o Estadão de irresponsável.

O Estadão disse que a Dilma ia criar o Ministério da Água.

Mentira.

O Estadão disse que Heleno Torres disse que a Dilma disse que ele tinha sido escolhido para a vaga do Big Ben de Propriá.

Mentira.

O responsável por essa careira brilhante rumo ao precipício é um “diretor de conteúdo”, de nome Gandour.

E os banqueiros que assumiram o lugar da família Mesquita na gestão da empresa.

Como se sabe, os 298 Mesquita que mandavam no jornal hoje só mandam nas páginas 2 e 3, onde escrevem o Padim Pade Cerra, o Farol de Alexandria e o chanceler da Dependência, o dos sapatos, Celso Lafer.

O resto do jornal,  o “conteúdo” do Gandour, vai para o saco:
Da Carta Capital:

Estadão anuncia mudanças e deve demitir 50 jornalistas


Em comunicado interno divulgado nesta sexta-feira 5, o diretor de Conteúdo de o Estado de S.Paulo, Ricardo Gandour, anunciou mudanças na “configuração de cadernos” do centenário jornal diário. O anúncio foi acompanhado pela notícia, ainda não oficializada, de que cerca de 50 profissionais da Redação serão demitidos. Dezenas de jornalistas haviam deixado o jornal recentemente em razão do fechamento do Jornal da Tarde.

O anúncio interno foi republicado no site Blue Bus.

Segundo Gandour, o Estadão terá, a partir do próximo dia 22, apenas três cadernos e um suplemento. Haverá somente uma edição, que será fechada às 21h30. Antes, havia as versões “nacional”, que fechava antes, e a “São Paulo”, que rodava no fim da noite e permitia a inclusão de notícias de última hora aos leitores paulistanos. Isso significa, por exemplo, que o Estadão não conseguirá noticiar jogos de futebol iniciados a partir das 22 horas.

Um único caderno trará as editorias Política, Internacional, Metrópole (incluindo os temas da atual Vida) e Esportes. O segundo caderno trará Economia, Negócios e Tecnologia. O Caderno 2 amplia a cobertura de entretenimento e incorporará comportamento digital e literatura.

A decisão foi tomada, segundo a nota, em razão de pesquisas qualitativas e entrevistas em profundidade com diversos setores da sociedade. Esses levantamentos, ainda de acordo com o editor, mostraram que os leitores querem mais conveniência e eficiência de leitura e um jornal mais compacto em dias úteis.

Confira a nota interna republicada pelo Blue Bus:

Caros, No próximo dia 22, 2a feira, ‘O Estado de S.Paulo’ estréia uma nova configuraçao de cadernos e um novo processo de produçao industrial e logístico. O jornal adotará a configuraçao de 3 cadernos mais 1 suplemento. Além disso, termina a distinçao entre as ediçoes BR e SP. O fechamento será único, às 21:30, com trocas programadas no decorrer da rodagem. Os fechamentos de domingo (jornada de sábado) nao se alteram. Também no dia 22, estréia o novo App do Estadao “mobile”, adaptável a qualquer dispositivo móvel”

“O primeiro caderno terá as editorias Política, Internacional, Metrópole (incluindo os temas da atual Vida) e Esportes. O segundo caderno trará Economia, Negócios e Tecnologia. O Caderno 2 amplia a cobertura de entretenimento e incorpora comportamento digital e literatura”.

“Na 2a feira, circulará o suplemento Ediçao de Esportes, retomando marca clássica do grupo. Link e Negócios viram seçoes dentro de Economia. Na 3a, o Viagem. Na 4a, Jornal do Carro. Na 5a, o Paladar e os Classificados. Na 6a, o Divirta-se. No sábado, os Classificados ganharao mais espaço editorial. No domingo, também circula a Ediçao de Esportes, o Casa, e o Aliás se amplia com a nova seçao ‘Olhar Estadao’, e circulam os Classificados”.

“Pesquisas qualitativas e entrevistas em profundidade com diversos setores da sociedade, realizadas nos últimos meses, comprovaram o que vem sendo debatido entre nós desde o Redesenho de 2010: os leitores – em geral, e também os do Estado — querem mais conveniência e eficiência de leitura, mais apostas de ediçao, um jornal mais compacto – principalmente nos dias úteis. Tudo isso sem perder o aprofundamento e o poder de análise que caracterizam o jornalismo do Estado”.

“Um grupo de trabalho multidisciplinar, capitaneado por Conteúdo e Mercado Leitor e que congregou todas as áreas da empresa, trabalhou durante 6 meses na revisao detalhada de todo o processo produtivo. O objetivo: redesenhar o produto e sua configuraçao física, buscando uma soluçao que atendesse às demandas dos leitores. E acentuando o foco em reportagens exclusivas e abordagens analíticas”.

“A partir dessa nova configuraçao e do novo fechamento, mais simplificado, revisaram-se os processos de trabalho e a composiçao das equipes, cujas alteraçoes estao sendo divulgadas na data de hoje. Tais providências se inserem na necessária e permanente gestao de recursos, imprescindível para a competitividade da nossa marca e seu lugar no futuro das mídias”.

“Gostaria de convocar todos os jornalistas para estarem hoje às 15:30 no auditório, para uma explanaçao detalhada de todo o projeto, seus movimentos e agenda para os próximos dias. Falaremos sobre como ficará o jornal em cada dia da semana, que novas seçoes e colunistas teremos, as novidades digitais que vem por aí, além de responder a quaisquer dúvidas”.

Breve será a Folha (*).
Como se sabe, o que sustenta a Folha é o UOL.
(Assim como quem sustenta o Globo é a Rede Globo.)
E o UOL hoje não é mais uma empresa jornalística.
É uma empresa de TI.
A IBM está muito preocupada com vertiginosa progressão do UOL no mercado global de TI !

Em tempo: outra barriga do Estadão, a caminho do precipício.
Saiu no Blog do Planalto:

Nota à imprensa

Não é verdadeira a informação de que a presidenta Dilma Rousseff tenha escolhido o nome do futuro ministro do Supremo Tribunal Federal. Quando a decisão for tomada, o anuncio será feito através de nota oficial.
Paulo Henrique Amorim

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Ministro avisa que sinal de TV analógica pode ser desligado em 2015

Mariana Coutinho Para o TechTudo
Em entrevista ao programa “Bom dia, Ministro” desta quinta-feira (04), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que o cronograma do governo prevê o desligamento do sinal analógico de TV para 30 de junho de 2016. No entanto, esse prazo pode ser antecipado para 2015. Segundo o ministro, o fim da transmissão analógica seria feito em apenas um dia, mas já está tramitando na Casa Civil uma proposta que faria o desligamento em três anos, antecipando o início para 2015 e indo até 2018.
Paulo Bernardo participou do programa "Bom Dia, Ministro"(Foto: Reprodução/ Antônio Cruz/ABr)Paulo Bernardo participou do programa "Bom Dia, Ministro"(Foto: Reprodução/Antônio Cruz/ABr)
Paulo Bernardo acredita que essa proposta seja mais razoável, porque assim a população poderia se preparar para a mudança. O ministro explica que as emissoras de TV já se adequaram à transmissão digital, mas ainda transmitem o analógico para dar conta de grande parte da população que não recebe o sinal de melhor qualidade: “Vamos estimular a compra de TVs digitais e conversores. É evidente que não podemos desligar o analógico se as pessoas ainda tiverem aparelhos antigos. A televisão é muito importante. Nós teríamos um problema social”
Na entrevista, o ministro tratou, ainda, da rede 4G e da digitalização do rádio. O prazo para que o 4G entre em operação é 30 de abril de 2013. No início, será obrigatório que o sinal cubra apenas 50% das seis regiões metropolitanas que receberão os jogos da Copa  das Confederações - Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador e Recife. Paulo Bernardo ressaltou que esse prazo será cumprido pelas empresas, já que se trata de uma cláusula do edital de licitação. Sobre a digitalização do rádio, o ministro diz que não há um plano. Estuda-se apenas a possibilidade de transformar emissoras AM em FM, passando-as para os canais 5 e 6 da radiodifusão

terça-feira, 2 de abril de 2013

Lula fala sobre seus primeiros dias como Presidente da República


DILMA NO CEARÁ - AGENDA

Brasão da República
Presidência da República

AGENDA DA SENHORA PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Terça-feira
02 de abril de 2013

07h         - Partida para Fortaleza/CE         
.                 Base Aérea de Brasília/DF
09h30    - Chegada a Fortaleza.                 Base Aérea de Fortaleza

10h       - 17ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da                            .                Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE)
.                Centro de Eventos do Ceará - Av. Washington Soares, nº 999 -       .                 bairro Edson Queiroz - Fortaleza/CE
15h30    - Cerimônia de entrega de máquinas retroescavadeiras e                .                motoniveladoras
.                Centro de Eventos do Ceará - Av. Washington Soares, nº 999 -       .                bairro Edson Queiroz - Fortaleza/CE
17h30    - Cerimônia de inauguração da Escola Estadual de Educação        .                 Profissional Jaime de Oliveira e de entrega de 14                            .                 ônibus escolares no âmbito do Programa Caminho da Escola
.                  Av. Rogaciano Leite, s/nº - bairro Engenheiro Luciano Cavalcante .                 - Fortaleza/CE

19h15    - Partida para Brasília.                 Base Aérea de Fortaleza
21h45    - Chegada a Brasília.                 Base Aérea de Brasília

segunda-feira, 1 de abril de 2013

247 – Um dia depois do golpe militar, o editorial do jornal O Globo, da família Marinho, celebrou a tomada de poder de um governo democrático para um regime ditatorial. O texto, publicado em 2 de abril de 1964, celebra o "ressurgimento da democracia" e anuncia que João Goulart, o presidente que teve seu posto tomada pelos militares, "fugiu". Para o jornal, as Forças Armadas foram dignas de "heroísmo" e a elas devemos nossa "gratidão". Leia abaixo o posicionamento, relembrado pelo Blogg do Amaral Nato.
"Ressurge a Democracia"
Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.
Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.
Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.
Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.
Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.
As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, "são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI."
No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei.
Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.
Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo.
A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.
Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto.
Sejamos dignos de tão grande favor."

fonte: brasil 24/7