segunda-feira, 4 de março de 2013

247 – Criticada pela oposição, mas saudado por empresários e consumidores residenciais, o plano de redução nas tarifas de energia elétrica colocado em prática pelo governo foi o grande elemento para derrubar a taxa de inflação na maior cidade do Pais. Medido pela Fipe, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em São Paulo teve alta de 0,22% em fevereiro, ante um aumento de 1,15% em janeiro. A redução teve como maior contribuição a queda de 5,44% no valor das tarifas de energia elétrica durante o mês. A baixa no preço da carne bovina, de 1,91% no período, foi o segundo elemento a mais influir no índice.
Ao anunciar, em janeiro, o plano de redução de tarifas, em rede nacional de televisão, a presidente Dilma Rousseff foi criticada pelos partidos de oposição. Até uma representação à Justiça foi entregue como questionamento pelo que se considerou o uso político da formação de rede. Antes, as empresas geradores de energia dos Estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, governados por políticos eleitos pelo PSDB, se recusaram a aderir aos termos dos novos contratos propostos pelo governo federal.
Apesar das dificuldades, no entanto, o governo levou adiante o plano e, agora, mesmo sob a permanência de crítica pontuais, colhe como resultado uma forte redução no índice inflacionário da maior capital brasileira.
Abaixo, notícia da Agência Brasil sobre o IPC-Fipe de São Paulo, divulgado nesta segunda-feira 4:
Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, encerrou o mês de fevereiro com leve alta de 0,22%, ante um aumento de 1,15%, em janeiro. No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa ficou em 5,84%.
Dos sete grupos pesquisados, dois apresentaram variações negativas: habitação, com recuo de 0,21% ante uma alta de 0,35% em janeiro, e despesas pessoais, com -0,1% ante 2,42%. Entre os motivos para a queda inflacionária estão o barateamento da conta de luz (-5,44%) e das carnes bovinas (- 1,91%).
Na comparação com janeiro, houve aumento no ritmo de alta em três grupos: transporte (de 0,23% para 0,84%); saúde (de 0,41% para 0,58%) e vestuário (de -0,33% para 0,36%). Nos demais grupos, diminuiu a intensidade das elevações: alimentação (de 2,11% para 0,34%) e educação (de 6,08% para 0,27%).
FONTE: BRASIL 24/7

domingo, 3 de março de 2013

Jornal O POVO tenta desqualificar UPP

É querer demais!! que após anos e anos de descaso de governos no Rio, que de uma hora para outra um território dominado por bandidos vire um paraíso! Secretário José Mariano Benincá Beltrame nunca disse que a coisa seria fácil, reportagens como essa jogam contra, pois tentam desqualificar o que já existe.

sábado, 2 de março de 2013

E NO FIM DE SEMANA NA TV...





Dilma critica “mercadores do pessimismo” e diz que país voltará a crescer este ano
Publicado em 02/03/2013
Brasília – Um dia após o anúncio do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012, que ficou em 0,9%, abaixo das expectativas do governo, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje (2), durante a Convenção Nacional do PMDB, que o Brasil voltará a crescer este ano. Ela criticou os “mercadores do pessimismo”, que apostam no fracasso do país.
Ao lado das principais lideranças peemedebistas, como o vice-presidente da República, Michel Temer, e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), Dilma frisou que vão errar aqueles que apostam no fracasso econômico do Brasil.
“Mais um vez, os mercadores do pessimismo vão perder. Vão perder como perderam quando previram o racionamento de energia em janeiro e fevereiro e, mais uma vez agora, quando apostam todas as fichas no fracasso do país. Eles vão se equivocar. Tenho certeza de que todos vocês sabem que torcer contra é o único recurso daqueles que não sabem agir a favor do Brasil”, discursou a presidenta para militantes do PMDB.
Dilma acrescentou que, com o apoio do PMDB, o governo petista realizou feitos importantes para o país, como a saída de 22 milhões de brasileiros da extrema pobreza. “Juntos [PT e PMDB] fizemos muito, o que parecia impossível e o que os nossos adversário políticos, quando puderam, não fizeram ou não quiseram fazer.”
Em um discurso preparado e lido em cerca de 40 minutos, Dilma defendeu a aliança com o PMDB e ressaltou a importância do partido para a governabilidade do país. “Muito do que conseguimos alcançar no meu governo deve-se à presença do meu companheiro e vice-presidente Michel Temer e ao apoio dos parlamentares do PMDB”, acrescentou.
“É uma grande honra participar da Convenção Nacional do partido, que é o maior parceiro do meu governo. O convite do PMDB para estar aqui ofereceu uma oportunidade extraordinária para que possamos, juntos, celebrar essa parceria sólida, produtiva e que, sem dúvida, terá longa vida”.
A presidenta ainda defendeu a política de coalizão e ressaltou que, desde a redemocratização, todos os presidentes, exceto Fernando Collor de Mello, foram eleitos com aliança entre partidos. “Desde que começamos a eleger presidentes, apenas um governo não teve amplo apoio e apenas um não concluiu seu mandato. Em meu governo, a ampla coalizão que conseguimos formar tem obtido resultados e isso é um passo fundamental para a superação da miséria extrema no Brasil.”
“Temos que ressaltar a indispensabilidade dessa aliança”, disse o vice-presidente da República e presidente licenciado do PMDB, Michel Temer. “O PMDB tem uma honra extraordinária de participar desse governo”, acrescentou.
Segundo o senador José Sarney (PMDB-AP), a aliança entre os dois partidos é programática. “Temos lealdade recíproca e objetivo comum”.
Fonte : Agência Brasil, 02.03.2013, Postado por Kelly Girão

 

A REFORMA DA PRAÇA DA SÉ...



Sem querer “sujar a barra”, mas é difícil acreditar que aqui custou R$ 1.143.317,51. Aparentemente nada mudou, só foi ampliado a área de estacionamento e destruído parte da calçada para Igreja da Sé para criação de um jardim. O resto é calçamento com pedras tosca.
O projeto ainda está sendo realizado pela mesma empresa que reformou a Praça do Theatro São João – Construtora LA Empreendimentos e Serviços de Engenharia Ltda. A duração da obra era de  240 dias. 
Com informações e foto: Bené Fernandes.

sexta-feira, 1 de março de 2013


Indústria da defesa é sobretudo a indústria do conhecimento, afirma Dilma


Dilma durante cerimônia de inauguração da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas, em Itaguaí (RJ). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
O fato de o Brasil ser um país pacífico, sem conflitos com seus vizinhos, não é motivo para que o país não tenha uma indústria da defesa forte, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante a inauguração da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (Ufem) em Itaguaí (RJ), nesta sexta-feira (1º). Ela destacou a importância do setor para o desenvolvimento tecnológico e para garantia do soberania do país, que ganhou destaque internacional nos últimos anos.
“O Brasil assumiu nos últimos anos uma grande relevância. (…) Entramos num seleto grupo, dos únicos a ter acesso à tecnologia de construção do submarino com propulsão nuclear, que são os integrantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas. (…) Ser um país pacífico não nos livra de termos uma indústria da defesa que vai colaborar na garantia da nossa soberania”, afirmou Dilma.
A estrutura é parte integrante do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que desenvolverá a tecnologia de construção de submarinos convencionais e de propulsão nuclear. Para possuir a tecnologia, que só é detida pelos países membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), foi firmada uma parceria estratégica entre Brasil e França.
Todo o complexo de fabricação, estaleiro e Base Naval constituem um investimento de R$ 7,8 bilhões e deve gerar 9 mil empregos diretos e 32 mil indiretos. O término da construção do estaleiro está previsto para dezembro de 2014, e da base naval para 2017. O primeiro de quatro submarinos convencionais será entregue para operação em 2017, e o primeiro com propulsão nuclear estará pronto em 2023.
FONTE: BLOG DO PLANALTO