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segunda-feira, 9 de julho de 2012
A FONTE SECOU?
CPI já fisgou um tucano.
Virão outros
Esta CPI do Robert(o) Civita já prestou um serviço inestimável.
O programa Entrevista Record Atualidade,
que vai ao ar nesta segunda-feira na RecordNews às 22h15, logo após o
programa do Heródoto Barbeiro, exibe entrevistas com os deputados Onyx
Lorenzoni, do DEM-RS, e Cândido Vacarezza, do PT-SP, membros destacados
da CPI do Robert(o) Civita.Os dois concordam em pontos cruciais.
A CPI já deu resultados e vai continuar a dar.
Os próximos de depoimentos serão muito úteis.
O de Fernando Cavendish, dono da Delta, poderá revelar, segundo Lorenzoni, até que ponto o Governo Federal se deixou envolver pelas atividades ilegais da Delta, como o Estado de Goiás.
Lorenzoni lamenta que o Brasil não tenha seguido sugestão do Senador Pedro Simon que, a certa altura, quis fazer a CPI dos Empreiteiros – para interromper a sequência de CPIs que investigam corruptos e inocentam corruptores.
Vacarezza diz que não vai “blindar” o prefeito petista de Palmas, Tocantins.
E ele e Lorenzoni estão ansiosos pelo depoimento de Paulo Preto, que não foi arrecadador de campanha do Padim Pade Cerra, como esclareceu o William Bonner, num patético desmentido no jornal nacional.
Vacarezza lamenta que a CPI tenha decidido ouvir Paulo Preto, uma vez que ele foge do foco da CPI do Robert(o) Civita: o crime organizado em torno do Carlinhos Cachoeira, de que Policarpo Junior, ilustre diretor da Veja em Brasília, segundo Collor, era o “mastermind”.
Na opinião de Vacarezza, a CPI foi criada para ir pra cima do Carlinhos Cachoeira.
Mas, já que abriu o leque, ele está muito animado com o depoimento de Paulo Preto.
Que, se não foi “arrecadador”, fez empreitagens no Governo Cerra com a Delta, na marginal (sic) de São Paulo.
Vacarezza acha muito interessante que o PiG (*) queira fechar a CPI do Robert(o) Civita, na esperança de desacreditá-la.
O ansioso blogueiro concorda.
Esta CPI do Robert(o) Civita já prestou um serviço inestimável.
Mostrou, por exemplo, segundo o Demóstenes, que “o Gilmar mandou subir”.
Segundo a TV Record, foi possível melar o mensalão.
Descobrir que foram os tucanos que montaram a trampa dos aloprados para esconder as ambulâncias super-faturadas do Cerra e do Barjas Negri.
Que o brindeiro Gurgel talvez seja mais do que brindeiro: mas um prevaricador, segundo a denúncia de Fernando Collor, reafirmada por documentos da própria CPI.
(Apesar de repórter da Globo em Brasília pôr a mão no fogo por ele, em gesto jamais visto na Televisão Ocidental.)
A CPI do Robert(o) Civita vai fechar a Veja e, com ela a Abril.
A Veja se aproxima de seu Juízo Final.
E, como revelou o Leandro Fortes na Carta Capital, a Globo também pescou nas águas turvas do Cachoeira.
A ponto de ser obrigada a demitir insigne jornalista.
O Conversa Afiada reproduz abaixo documento que um deputado da CPI recebeu de sua assessoria.
Trata exatamente disso: de como a CPI do Robert(o) é óóóóóótima !
Não é à toa que o PiG (*) quer desmoraliza-la: um tucano ilustre já esta no papo.
Deputado,
Até o presente momento, a CPMI aprovou os seguintes requerimentos:
Quebras de Sigilo Pessoas Jurídicas 57
Quebras de Sigilo Pessoas Físicas 28
Convocações 110
A Polícia Federal havia quebrado os sigilos de 11, dessas 28 pessoas físicas, e 8, das 57 pessoas jurídicas.
A CPMI revelou as relações do governo Marconi Perillo com Carlos Cachoeira. A CPMI provou que:
1. Perillo vendeu a casa a Cachoeira em fevereiro;
2. A esposa de Cachoeira (Andressa Mendonça) contratou um arquiteto para reformar a casa em março (gastou mais de R$ 500 mil);
3. Cachoeira mandou rasgar o contrato com Perillo para que ele não aparecesse;
4. Tentou passar a casa para o nome de Deca (André Teixeira Jorge, auxiliar de cachoeira).
5. Solicitou que Wladmir Garcez vendesse a casa para Walter Paulo em julho.
6. Vendeu a casa a Walter Paulo por R$ 2,1 milhões.
Ainda sobre Perillo, a CPMI demonstrou que a cota de nomeação referida pela PF se confirma. Edvaldo Cardoso, presidente do Detran, é um dos integrantes dessa cota. Varias pessoas de segundo escalão foram indicadas por Cachoeira.
Lúcio Fiuza (Secretario Particular de Perillo), Eliane Pinheiro (chefe de gabinete do Governador Perillo), Jayme Rincon (tesoureiro do PSDB e presidente da Agetop), Ronald Bicca (Procurador Geral do Estado), entre outros secretários de Estado, têm relação direta com Carlos Cachoeira.
A CPMI apurou que a empresa fantasma de Cachoeira, Alberto e Pantoja, pagou dividas de campanha de Perillo para com o jornalista Luiz Carlos Bordoni e pesquisas de opinião de junto ao instituto Serpes (solicitada via Edvaldo Cardoso). Revelou ainda que outra empresa de Cachoeira, a Adercio e Rafael (atual G&C Construçoes), pagou dividas de campanha de Perillo para com Bordoni (segunda parcela).
Ou seja, já está provado que Perillo recebeu dinheiro do crime organizado.
Sobre o DF, a CPMI investigou e demonstrou que Carlos Cachoeira tentou, mas nao conseguiu corromper o governo. O foco foi a bilhetagem de ônibus.
A cpmi quebrou o sigilo bancário de 57 empresas, para buscar o CAMINHO DO DINHEIRO. A cpmi está no encalço de 13 empresas ligadas à evasão de divisas. Estas empresas estão sediadas no Uruguai, em Curaçao e nas Ilhas Virgens Britânicas. Essa será uma das principais colaborações da comissão.
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
FONTE: CONVERSA AFIADA
Tigrão sai da CPI, do PSDB e pode ser investigado
O deputado Fernando Francischini (PSDB/PR), que prometia ser o xerife da CPI do Cachoeira, será substituído pelo PSDB; em guerra com os tucanos no Paraná, ele deve se filiar ao nanico PEN; Francischini pode até ser investigado por ter tramado, com arapongas de Cachoeira, a queda do governador do DF
09 de Julho de 2012 às 08:46
247 – Quando a CPI do caso Cachoeira foi
instalada, o deputado Fernando Francischini (PSDB/PR) prometia ser uma
das estrelas do espetáculo. Midiático, ele ameaçava até prender o
governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. Uma de suas frases ficou
marcada. Numa discussão, acusou o relator Odair Cunha (PT-MG) de ser
“tigrão” contra Marconi Perillo, do PSDB, e “tchutchuca” contra Agnelo,
do PT.Com o andar da carruagem, Francischini perdeu espaço na CPI. E, agora, o pitbull da oposição será expelido da comissão pelo próprio PSDB. O comando tucano decidiu substituí-lo pelo suplente Domingos Sávio (PSDB-MG), que é ligado ao senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG).
Oficialmente, Francischini deixa o posto devido a questões da política local, no Paraná, seu estado de origem. Ex-aliado do governador Beto Richa, Francischini rompeu com os tucanos em razão da aliança formada na disputa à prefeitura de Curitiba. Beto apoia o atual prefeito Luciano Ducci, do PSB, e indicou como vice o deputado Rubens Bueno, líder do PPS. Neste arranjo, os tucanos foram relegados a segundo plano na formação da chapa, o que irritou Francischini – o deputado tigrão, que é também delegado da Polícia Federal, deve se transferir para o nanico Partido Ecológico Nacional, o PEN.
Os tucanos, no entanto, têm outra razão para afastar Francischini da CPI. É que o deputado, que sonhava em transferir seu domicílio eleitoral para Brasília e concorrer ao governo do Distrito Federal em 2014, também se relacionou com integrantes da quadrilha de Carlos Cachoeira. Grampos da Operação Monte Carlo, com conversas entre Dadá e Cachoeira, indicam que Francischini pilotava uma trama que poderia levar ao impeachment de Agnelo Queiroz, que seria acusado de montar uma central de grampos no Palácio do Buriti. Até mesmo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, seria envolvido na conspiração (leia mais aqui).
FONTE: BRASIL 247
sexta-feira, 6 de julho de 2012
São Paulo fez contratos de quase um bi com a Delta; Paulo Preto assinou o maior deles, no governo Serra
publicado em 30 de abril de 2012 às 19:27
por Conceição LemesNesta semana começam efetivamente os trabalhos da CPI que investigará as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos, autoridades e empresários. Um dos alvos, a Delta Construções, de Fernando Cavendish. Suspeita-se, com base em informações da Operação Monte Carlo, realizada pela Polícia Federal (PF), do envolvimento da empresa com Cachoeira.
No dia da instalação da CPI do Cachoeira, 19 de abril, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), ao ser questionado sobre os contratos da Delta com o Estado de São Paulo, disse não estar preocupado com eles, segundo a Folha de S. Paulo: “Nem sei se tem [contratos], se tem são ínfimos ”.
A verdade é outra. Levantamento feito pelo blog Transparência SP revela que, de 2002 a 2011, a Delta fechou pelo menos 27 contratos (incluindo participação em consórcios) com empresas e órgãos públicos do governo do Estado de São Paulo.
Na lista de contratantes, Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Somam cerca de R$ 800 milhões em valores nominais. Em valores corrigidos (considerando a inflação do período) chegam a R$ 943,2 milhões.
DERSA CONTRATOU DELTA PARA A NOVA MARGINAL DO TIETÊ POR R$ 415.078.940,59
O maior contrato da Delta com órgãos e empresas do governo do Estado de São Paulo foi com a Dersa para executar a ampliação da marginal do rio Tietê: R$ 415.078.940,59 (valores corrigidos)
Apesar de condenada por ambientalistas, geólogos e urbanistas, a Nova Marginal do Tietê foi anunciada em 4 de junho de 2009, com bumbos e fanfarras, pelo então governador José Serra (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (hoje PSD, na época DEM).
Na época, o portal do governo do Estado de São Paulo informou:
Investimento de R$ 1,3 bilhão prevê, além de novas pontes e viadutos,
plantio de cerca de 83 mil árvores e implantação de ciclovia.
“irá o tempo das viagens em cerca de 35%;
“tráfego para as rodovias Castelo Branco, Ayrton Senna, Dutra, Fernão
Dias, Anhanguera e Bandeirantes terá fluxo mais rápido”; junto com o
Rodoanel e o Complexo Anhanguera, a Nova Marginal pretende aliviar o
trânsito nas principais interligações de bairros de São Paulo e evitar o
trânsito de veículos de passagem por bairros e o centro da cidade”.
Serra ainda afirmou:
“É uma obra que é financiada com recursos
do Tesouro e com dinheiro público das concessionárias, que é dinheiro
do pedágio, segundo projeto e orientação do próprio Governo”.
”é uma obra que está tendo todo o
cuidado ecológico, o que não é tradição em São Paulo, pois as obras e a
devastação andavam de mãos dadas, mas isso acabou nos tempos atuais”.
A obra tinha dois lotes: 1 e 2. A concorrência do chamado lote 2 foi
vencido pelo consórcio Nova Tietê, liderado pela Delta (participação de
75% a 80%).Extrato do contrato assinado em 13 de maio de 2009 e publicado no dia seguinte no Diário Oficial Empresarial revela o valor da obra: R$ 287.224.552,79.
PAULO PRETO E DELSON AMADOR ASSINAM O CONTRATO PELA DERSA COM A DELTA
O consórcio da Delta venceu a licitação para o lote 2 da Nova Marginal do Tietê com uma diferença de R$ 2,4 milhões em relação ao segundo colocado, o Consórcio Desenvolvimento Viário (EIT – Empresa Industrial Técnica S/A — e Egesa Engenharia), que, por sinal, ganhou o lote 1.
Curiosamente 1: 1 ano 4 meses depois, o consórcio da Delta conseguiu um “aditamentozinho” de R$ 71.622.948,47 no contrato.
Curiosamente 2: Na época da licitação, Paulo Vieira de Souza era diretor de Engenharia da Dersa, e seu presidente Delson José Amador, que acumulava a superintendência do DER.
Paulo Vieira de Souza é o Paulo Preto, ou Negão, como é mais conhecido. Até abril de 2010 foi diretor da Dersa. Com uma extensa folha de serviços prestados ao PSDB, foi apontado como arrecadador do partido e acusado pelos próprios tucanos de sumir com R$ 4 milhões que seriam destinados à campanha do então presidencial José Serra. O dinheiro teria sido levantado principalmente junto a empreiteiras com as quais ele possuía relações estreitas.
O nome de Paulo Preto apareceu ainda na investigação feita pela Polícia Federal que resultou na Operação Castelo de Areia. Na ação, executivos da construtora Camargo Corrêa são acusados de comandar um esquema de propinas em obras públicas.
Delson Amador também apareceu na Operação Castelo de Areia. Assim como Paulo Preto, seu nome constava da apreendida pela Polícia Federal na Camargo Corrêa.
Em 1997, durante a presidência de Andrea Matarazzo, Amador virou diretor da Cesp. Aí, foi responsável pela fiscalização de obras tocadas pela Camargo Corrêa, como a Usina de Porto Primavera, e a Ponte Pauliceia, construída sobre o Rio Paraná para ligar os municípios de Pauliceia, em São Paulo, e Brasilândia, em Mato Grosso do Sul. Amador foi ainda chefe de gabinete de Matarazzo na subprefeitura da Sé.
HERALDO, O FORAGIDO, É QUEM ASSINOU PELA DELTA O CONTRATO DA NOVA MARGINAL
Curiosamente 3: Certidão emitida pela Junta Comercial de São Paulo mostra que o representante legal do Consórcio Nova Tietê é Heraldo Puccini Neto, diretor da Delta Construções para São Paulo e Sul do Brasil.
Escutas realizadas com autorização judicial revelam que é um dos interlocutores mais próximos de Cachoeira. Documentos disponibilizados na internet referentes ao processo contra Carlinhos Cahoeira no Supremo Tribunal Federal (STF) mostram a proximidade de Heraldo com o bicheiro e como a quadrilha preparava editais para ganhar licitações.
É possível que esse mesmo modus operandi tenha sido aplicado pela Delta em várias licitações como as feitas pelo governo do Estado de São Paulo.
Heraldo teve a prisão decretada pela Justiça Federal na semana passada. Foi a partir de investigações realizadas no âmbito da Operação Saint Michel, braço da Monte Carlo.
Um grupo de policiais civis de Brasília chegou às 6 horas da última quarta-feira 25 ao apartamento dele, no Morumbi, em São Paulo. Heraldo não estava nem foi localizado pela polícia. É considerado foragido da Justiça.
Curiosamente 4: Num despacho de setembro de 2011 do Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP) referente ao contrato da Nova Marginal, aparecem juntos Paulo Preto, Delson Amador e Heraldo Puccini Neto. Os dois primeiros como contratantes. O último como contratado.
DEPUTADOS PEDEM AO MP QUE APURE INDÍCIOS DE IRREGULARIDADES
A essa altura algumas perguntas são inevitáveis:
1. Considerando que o senador Demóstenes Torres é sócio oculto da Delta e apoiou José Serra em 2010, será que dinheiro da Nova Marginal do Tietê irrigou a campanha do tucano à presidência?
2. Entre os R$ 4 milhões que teriam sido arrecadados por Paulo Preto e não entregues ao PSDB, haveria alguma contribuição da Delta?
3. Paulo Preto ou Delson Amador teve algum contato direto com Cachoeira?
Na sexta-feira 27, parlamentares paulistas protocolaram representação no Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) para que investigue indícios de irregularidades, ilegalidades e improbidades nos contratos formalizados pela Dersa com empresas e consórcios, entre os quais o Consórcio Nova Tietê, capitaneado pela Delta.
Encabeçada pelo deputado estadual João Paulo Rillo e assinada por Adriano Diogo, ambos do PT-SP, a representação pede que o MP apure possíveis atos de improbidade administrativa praticados por José Serra, Paulo Preto e Delson Amador, diante de sinais de superfaturamento das obras de ampliação da Marginal Tietê.
A propósito. Lembram-se que, em 2009, durante o lançamento da Nova Tietê, José Serra disse: “é uma obra que está tendo todo o cuidado ecológico, o que não é tradição em São Paulo, pois as obras e a devastação andavam de mãos dadas, mas isso acabou nos tempos atuais”?
Na ocasião, a propaganda do governo estadual indicava que as pistas seriam cercadas por frondosas árvores e arbustos. E a secretária de Saneamento e Energia, Dilma Pena (atualmente preside a Sabesp), ressaltou a importância de recuperar o espaço das margens do Tietê com uma via parque, uma ciclovia e o plantio de 65 mil mudas.
Pois bem, dois anos após o término das obras, a marginal Tietê ainda está à espera das 65 mil mudas que deveriam ter sido plantadas pelo governo paulista como compensação ambiental, em 2010. Ainda árvores morreram ou não se desenvolveram no solo árido das margens do rio. A falta de árvores foi conStatada em perícia realizada pelo Sindicato dos Arquitetos. A entidade move ação civil pública contra a Dersa, que, como responsável pela obra, é obrigada a repor cerca de 30% dos espécimes.
Será que a Nova Marginal do Tietê, além de mãos dadas com a devastação, também se banhou na cachoeira preta?
PS do Viomundo 1: Nessa quinta-feira, 5 de julho, a CPI do Cachoeira aprovou a convocação de Paulo Preto. Vários veículos omitiram ou não destacaram a informação, especialmente a conexão com José Serra, canditado do PSDB à prefeitura de São Paulo. Para quem havia se “esquecido” ou não sabia, nós resgatamos esta reportagem publicada originalmente em 30 de abril de 2012.
PS do Viomundo 2: Heraldo Puccini Neto continua foragido. Ele assinou pela Delta o contrato para ampliar a marginal do Tietê, enquanto Paulo Preto e Delson Amador, pela Dersa. Ambos apareceram na Operação Castelo de Areia.
FONTE: VI O MUNDO
Tasso instala TV em Sobral, ele é tão bonzinho
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