sábado, 16 de junho de 2012

ELEITOR DEVE ABRIR O OLHO! 
PORQUÊ? 
É ANO ELEITORAL!
VAI APARECER DE TUDO!

Prefeito de Ipu Sávio Pontes tem prisão decretada e está foragido

Operação da Procap e da Polícia Civil cumpriu oito mandados de busca, apreensão e prisão em Fortaleza e Ipu. Até a noite de ontem, três acusados continuavam foragidos, entre eles o prefeito de Ipu, Sávio Pontes (PMDB)
RAFAEL CAVALCANTE, EM 28/7/2011
Banheiros custeados pela Secretaria das Cidades ficaram inacabados em Ipu

O prefeito de Ipu, Sávio Pontes (PMDB), e outras duas pessoas acusadas de envolvimento no escândalo dos banheiros estão foragidas, segundo o Ministério Público do Estado (MPE-CE). Eles e mais cinco pessoas foram alvos de operação da Procuradoria dos Crimes Contra a Administração Pública (Procap), que, com auxílio da Polícia Civil, cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão, em Fortaleza e Ipu, na manhã de ontem.

Todos são acusados de envolvimento no desvio de parte da verba de R$ 3,1 milhões, que deveria ser destinada à construção de kits sanitários. Entre os presos está o ordenador de despesas da Secretaria das Cidades na época do escândalo.

Em Ipu, além do prefeito, tiveram prisão decretada o ex-secretário de Finanças do município, Roberto Eufrásio de Alencar, três membros da comissão de licitações da Prefeitura e um engenheiro (Eucélio Fernandes de Mesquita, Tácito Guimarães de Carvalho, Marcelino Cordeiro Maia e Francisco Eduardo Farias).

Em Fortaleza, foram presos dois ex-servidores da Secretaria de Cidades do Governo do Estado, Sérgio Barbosa de Sousa e Fábio Castelo Branco Ponte de Araújo. Fábio era coordenador Financeiro da Secretaria das Cidades e suspeito de ser responsável pela liberação dos pagamentos irregulares.

Até o início da noite de ontem, segundo a assessoria de imprensa do MPE-CE, continuavam foragidos Roberto Eufrásio de Alencar e Eucélio Fernandes Mesquita, além de Sávio Pontes. Os demais foram levados para a Delegacia de Capturas, no Centro.

Os mandados foram expedidos pelo desembargador Francisco Darival Beserra Primo, do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE). O POVO teve acesso ao inquérito do TJ-CE. Em seu relatório, o desembargador cita entre os crimes do grupo: formação de quadrilha, falsidade ideológica, peculato, inserção de dados falsos em sistema de informações, fraude de licitação e lavagem de dinheiro. Em sua decisão, Beserra Primo pede a prisão preventiva e a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos envolvidos.

“Realmente, o dinheiro público, de origem estadual, foi creditado na conta do município de Ipu e, a partir daí, esvaiu-se, rapidamente, sem sequer chegar a alcançar o destino a que fora proposto”, cita o documento.

O POVO conversou com o advogado do prefeito, Flávio Jacinto. Ele disse que iria ainda ontem ao TJ-CE se certificar do mandado de prisão e da documentação do caso. “Se tiver mesmo esse mandado, vou orientá-lo (o prefeito) a se apresentar à polícia amanhã (hoje) ou segunda-feira”, afirmou Jacinto. Segundo ele, Sávio Pontes permanecia em Ipu.

Por quê

ENTENDA A NOTÍCIA

Ipu é um dos municípios investigados no chamado escândalo dos banheiros - desvio de verbas que deveriam ser destinadas à construção de kits sanitários. Os convênios com a Prefeitura de Ipu somam mais de R$ 3 milhões.

SERVIÇO

Ministério Público do Estado do Ceará
Onde: Rua Assunção, 1100 – Joaquim Távora
Telefone: 3452.4527

A Procuradoria de Crimes Contra a Administração Pública (Procap) funciona no mesmo endereço

Investigação no TCE

Os convênios para a construção de kits sanitários firmados pela Secretaria de Cidades com prefeituras e associações foi investigado também pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-CE).

De acordo com nota enviada ao O POVO pelo TCE, a Inspetoria da Secretaria de Controle Externo do Órgão emitiu um relatório em janeiro deste ano, após inspeções em Ipu.


De acordo com o relatório, foram constatadas “graves irregularidades na execução dos convênios”. De um total de 2.108 unidades sanitárias, referentes a dois convênios feitos em 2009, 1.154 não foram construídas, aponta o documento.

O relatório sugere ainda que o processo seja convertido em Tomada de Contas Especial e, confirmadas as irregularidades, que seja ressarcido aos cofres públicos o valor de R$ 2.064.597,43.

Os documentos foram encaminhados ao Ministério Público de Contas para emissão de parecer e estão, agora sob análise, no gabinete da conselheira Soraia Victor, relatora do processo.

O POVO mostrou irregularidades

Ipu é um dos principais municípios envolvidos no escândalo dos banheiros, revelado com exclusividade pelo O POVO em 14 de julho do ano passado. As irregularidades relacionadas ao convênio para a construção de kits sanitários no município foram mostradas pelo O POVO no fim daquele mesmo mês.

Na oportunidade, o repórter Pedro Alves esteve no Município e constatou que muitos dos banheiros prometidos não haviam sido construídos, prejudicando.

Alguns moradores receberam apenas parte do material e tiveram de arcar com as despesas dos itens restantes. Isso era contrário ao que estava acordado no convênio, que deveria contemplar inclusive os gastos com mão de obra.

Na ocasião, o promotor Kennedy Carvalho, que atuava em Ipu quando as investigações foram iniciadas, denunciava uma série de irregularidades. Segundo ele, a construtora Construcon – Comércio e Construção Ltda, que venceu a licitação, era fantasma e foi favorecida na licitação.

De acordo com as investigações, a construtora teria sido constituída poucos dias antes da licitação e não tinha sede, seus sócios eram semianalfabetos e nem sequer se conheciam. Além disso, a empresa teria declarado ter R$ 340 mil reais como capital sólido, quando na verdade possuía apenas R$ 20 mil.

Foram assinados dois convênios entre a Secretaria das Cidades e a Prefeitura de Ipu para a construção de 2108 kits sanitários. Um no valor de R$ 1,6 milhão e outro no valor de 1,5 milhão. Ambos os contratos constam como adimplentes no Portal da Transparência do Governo do Estado.

FONTE: JORNAL O POVO ON-LINE
OBS: FOTO DO ELEMENTO EM QUESTÃO FOI ADICIONADA PELO SOBRAL NOVIDADES POIS A MATERIA DO JORNAL NÃO APARECE.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

AVISO DE ALTA
14/06/2012
16h15
 O ex-presidente da República, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu alta hoje do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após serem concluídas com sucesso a reavaliação da laringe e a remoção do cateter empregado para quimioterapia.
A reavaliação da laringe, que incluiu avaliação endoscópica e tecidual, revelou ausência de neoplasia. Novos exames de rotina serão realizados no futuro.
O paciente é assistido pelos Profs. Drs. Roberto Kalil Filho, Paulo Hoff, Artur Katz, Luiz Paulo Kowalski, João Luiz Fernandes da Silva e Julio Cesar Saucedo Marino.
 Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira        Dr. Paulo Cesar Ayroza Galvão
  Diretor Técnico Hospitalar                    Diretor Clínico

Vídeo: Agnelo do PT nocauteia tucano Perillo na CPI do Cachoeira



Dia 12: Perillo (PSDB) disse não (abrir seu sigilo bancário).
Dia 13: Agnelo (PT) disse sim.

PSDB mentiu: CPI não tem sigilo já quebrado em 2011 pelo STJ.

Depois do constrangimento, os tucanos tentaram desqualificar a atitude de Agnelo dizendo que o STJ já havia quebrado seu sigilo em 18/11 e, portanto, não haveria vantagem nenhuma, pois já estaria disponível.

É mentira.

O processo no STJ é sobre as denúncias a respeito do Ministério do Esporte, feitas na "reporcagem" da revista Veja pelo PM João Dias, que o PGR Roberto Gurgel, sob influência e pressão da Veja, resolveu investigar Orlando Silva e Agnelo. Se os sigilos foram quebrados neste processo, não é transferível para esta CPI, uma vez que a CPI investiga outra coisa.

O ato de Agnelo abrir seu sigilo foi verdadeiro, e a CPI não tem à disposição esses dados, a menos que ele autorize como fez ou a própria CPI faça através de votação de requerimento.

quarta-feira, 13 de junho de 2012


Segundo semestre terá processo contínuo de crescimento dos investimentos, afirma Dilma

CPI que interessa
é a da Privataria

O Carlinhos Cachoeira perto do Daniel Dantas é o Neymar perto do Messi


O noticiário do PiG (*) sobre a CPI desta terça-feira ignorou que um Senador da República e ex-Presidente da República entrou com seis representações judiciais contra o Procurador Geral da República.


Isso não tem a menor importância.

Durante os debates na CPI, também não houve qualquer referência à bomba que neste fim de semana desabou sobre o Supremo Tribunal federal: um de seus membros é acusado de desviar recursos de uma empresa, sonegar o Imposto de Renda e levantar R$ 8 milhões, assim, de uma hora para outra, para abafar um litígio que corria em segredo de Justiça.

(E, numa boa, o acusado participa de um seminário sobre “liberdade de imprensa” com  o patrocínio da Globo: é como se o Ustra fosse convidado pela Globo para  um seminário sobre Direitos Humanos.)

O alto escalão da Justiça brasileira está envolta em suspeitas que vão da prevaricação à sonegação de impostos.

Ao mesmo tempo em que um desembargador – http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/06/provas-contra-cachoeira-sao-ilicitas-diz-relator-de-habeas-corpus.html – tenta anular precisamente as provas obtidas na Operação Marco Polo, Operação em tela na sessão da CPI.

Nada que surpreenda.

No Brasil, como se sabe, não é que rico não vá preso: rico não pode ser, sequer, investigado.

Daniel Dantas recebe dois HCs Canguru, apesar do vídeo incriminatório no jornal nacional.

O STJ tenta anular a Castelo de Areia, que bate nos calcanhares dos tucanos de São Paulo.

O STJ tentou – até que o Supremo reveja a estarrecedora decisão – anular a Satiagraha, sempre com o mesmo argumento: anulação das provas.

É assim: contra rico não se pode nem denunciar.

Se chegar na marca do pênalti, anulam-se as provas.

E a CPI do Cachoeira a dormitar entre a retórica hipócrita do Catão dos Pinhais e a serenidade inútil do relator Odair Cunha, devidamente engolido pelo Perillo.

Nada na CPI, nada no PiG.

Porque, como diz o amigo navegante, existia naquela sala uma mórbida atração pelos repórteres do PiG.

Aparentemente, o único que não corteja o PiG é o Collor – já o conhece de sobra.

Collor chama a Veja e seu diretor em Brasília de cúmplices do crime.

Descreve como o diretor da Veja em Brasília operava como “trader” de informação entre o Ministério Público e o crime organizado.

E ninguém diz nada – no PiG e na CPI.

Quem também não disse nada foi a bancada do PC do B e do PSB.

Entraram mudos e mudos saíram da sala.

Nem para defender o Presidente Lula.

Quanto mais para apoiar o Collor ou dar vitamina ao Odair.

Que mistério aí se esconde ?

Como se comportarão nesta quarta-feira, com o Agnello ?

É óbvio que tem caroço no angu da casa que o Perillo vendeu.

Ele não sabe a quem vendeu a casa.

Mas, se sabe que o Carlinhos Cachoeira lá morava, lá armazenava os grampos, e lá foi preso.

(Até que o desembargador de Brasília o solte, a tempo de passar a Noite do Dia dos Namorados na casa …)

Mas, se a Polícia Federal, sempre tão eficaz, não consegue estabelecer a relação entre a casa e o crime organizado, não haveria de ser o Odair Cunha.

Mas, a casa do Perillo não é o que justifica uma CPI.

Esta é a CPI do mensalão.

Do Ernani de Paula , que ajudou a TV Record a melar o mensalão.

Esta é a CPI do PIG, da Veja, do Robert(o) Civita e do Policarpo.

Já que  jornalista bandido bandido é.

Essa é a CPI da Globo, que peitou o vice presidente da República e avisou: se falar em Veja significa imprensa, se falar em imprensa significa Globo .

E os filhos do Roberto Marinho – eles não tem nome próprio – tem razão: o Leandro Fortes na Carta Capital achou as pegadas da Globo no crime organizado.

Essa é a CPI do Gurgel, que se sentou em cima das operações que incriminavam o Demóstenes.

(E o Agripino Maia, dr Gurgel ? )

Agora, essa não é a CPI que interessa.

A CPI que interessa é a CPI da Privataria.

O Carlinhos Cachoeira perto do Daniel Dantas é o Neymar perto do Messi.

Paulo Henrique Amorim