quarta-feira, 13 de junho de 2012

 

Presidente da Petrobras garante que preço da gasolina não vai subir

Funcionária de carreira, com 34 anos de Petrobras, Graça Foster é a primeira mulher a dirigir uma das grandes empresas [...]
Funcionária de carreira, com 34 anos de Petrobras, Graça Foster é a primeira mulher a dirigir uma das grandes empresas de petróleo em todo o mundo e revela, em entrevista exclusivo a Paulo Henrique Amorim, no Entrevista Record desta segunda (11), detalhes do crescimento do mercado de combustíveis e porque recomenda a investidores as ações da empresa que dirige. Assista! link abaixo
Presidente da Petrobras garante que preço da gasolina não vai subir | Conversa Afiada

É piada?!

G1 - Após oito horas na CPI, Perillo nega influência de Cachoeira no governo

  Só quem não leu os documentos vazados  do caso Demóstenes (nao estão mais no SITE BRASIL 247) acredita na encenação que ele fez na CPI. 

Quem vende um imóvel e recebe o pagamento com cheque e não se preoculpa com a origem? principalmente para saber se vai realmente receber...ele não tem cara de quem rasga dinheiro.

VERGONHA!!!!!!!!!!!!

Juiz abre caminho para a anulação de grampos contra Cachoeira

Juiz abre caminho para a anulação de grampos contra Cachoeira Foto: CNJ/Divulgação

O desembargador Tourinho Neto, do TRF, votou ainda a favor da soltura do bicheiro. Decisão põe em risco o inquérito contra o senador Demóstenes Torres e até mesmo a continuação da CPI

13 de Junho de 2012 às 05:11
247 – O ex-ministro da Justiça e advogado de Carlinhos Cachoeira, Márcio Thomaz Bastos, ganhou um aliado no Tribunal Regional Federal. O desembargador Tourinho Neto votou ontem pela anulação das gravações telefônicas da Operação Monte Carlo e pela soltura do bicheiro. Uma anulação põe em risco o inquérito contra o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) no STF (Supremo Tribunal Federal) e até mesmo a continuação da CPI do Cachoeira. Leia na matéria da Folha:
Um voto anunciado ontem pelo desembargador Tourinho Neto, do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, abriu caminho para a anulação das gravações telefônicas da Operação Monte Carlo e a soltura do principal alvo da ação policial, Carlinhos Cachoeira.
Relator do habeas corpus, Neto acatou o pedido da defesa, capitaneada pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, e votou pela anulação das escutas e pela liberdade de Cachoeira, preso desde o dia 29 de fevereiro.
O julgamento no TRF foi interrompido por um pedido de vista do desembargador Cândido Ribeiro. A expectativa é que Ribeiro apresente seu voto na próxima terça-feira.
As turmas do TRF são compostas por três magistrados. Basta mais um voto, portanto, para que as escutas da Monte Carlo sejam anuladas.
A posição de Tourinho preocupa investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal porque, se confirmada pelos demais desembargadores, compromete toda a operação, muito baseada em escutas.
Uma anulação põe em risco ainda o inquérito contra o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) no STF (Supremo Tribunal Federal) e até mesmo a continuação da CPI do Cachoeira.
Sem a Monte Carlo, sobraria outra operação contra Cachoeira, a Vegas, que durou só três meses e não virou processo no campo jurídico.
Além disso, a Vegas teve peso secundário no pedido de inquérito contra Demóstenes feito pela Procuradoria-Geral da República no STF.
Tourinho Neto entendeu que os argumentos do juiz da primeira instância para autorizar os grampos telefônicos foram insuficientes.
"Quem corrompeu? Quem foi corrompido? Qual foi a sonegação tributária? Essa interceptação telefônica não pode ser autorizada com base em meros indícios", disse.
Para Neto, grampos só podem ser autorizados em situação excepcional, o que não teria acontecido na Monte Carlo. Segundo ele, as interceptações foram requisitadas pela PF com base apenas em denúncia anônima, o que considerou insuficiente.
"Não pode haver a banalização da interceptação telefônica para combater o crime", disse Neto. O mesmo argumento já levou o STJ (Superior Tribunal de Justiça) a anular provas de outras operações da PF, como a Castelo de Areia, que investigou a construtora Camargo Corrêa.
No dia 30 de maio, Neto já havia decidido a favor de Cachoeira ao suspender audiências que ocorreriam na 11ª Vara Federal contra ele e seu grupo.
Mesmo que perca no placar final do TRF, Bastos usará o voto de Neto como argumento num recurso ao STJ.
Se o TRF anular a operação, caberá ao Ministério Público Federal recorrer ao STJ.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Ciro Gomes: “Serra mandou algemar jornalista do Estadão num poste”

Ciro Gomes: “Serra mandou algemar jornalista do Estadão num poste”

 

Perillo não convence. Radialista não trabalhou de graça no segundo turno.

Na base do gogó, em seu depoimento na CPI do Cachoeira, o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) se diz um santo homem, e seu governo seria imaculado. Na sua versão, ele não teria nada a ver com Cachoeira (a quem poupou de fazer acusações).

Porém os fatos contradizem seu discurso.

Num dos casos, o radialista Luiz Carlos Bordoni afirma que trabalhou na campanha de Perillo por R$ 170 mil. Uma parcela do pagamento, de R$ 45 mil, foi da empresa Alberto e Pantoja, do esquema Cachoeira.

O governador tucano diz que pagou apenas R$ 33.300,00 em um único pagamento declarado à justiça eleitoral, e ainda diz que está processando o radialista.

Clique na imagem para ampliar



Porém tem um furo nessa explicação. Esse valor foi pago no primeiro turno, no dia 21 de setembro de 2010.

Depois houve toda a campanha do segundo turno sem nenhum pagamento. É difícil acreditar que profissionais trabalhariam de graça no segundo turno.
FONTE: OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA