sábado, 29 de outubro de 2011

Cronologia da corrupção tucana


Cronologia da corrupção tucana:

- Janeiro de 2009: um documento é registrado em cartório constando quem seriam os vencedores da licitação  para concorrência dos lotes 3 a 8, com conhecimento do jornal Folha de São Paulo (PIG/SP), segundo informa o portal G1 da TV Globo. O governador tucano era José Serra (PSDB/SP) nesta época.

- Junho de 2009: o Metrô anunciou o vencedor do primeiro lote e as obras foram iniciadas; O governador tucano era Alberto Goldman

- Outubro de 2010: o jornalão divulgou o documento registrado em janeiro de 2009. Goldman, constrangido, suspendeu as obras e pediu uma investigação.

- Junho de 2011: as obras foram retomadas e os contratos, mantidos. O governador tucano é Geraldo Alckmin.

Por que a Folha demorou 1 ano e 4 meses para divulgar?

A corrupção parece não ser apenas do Metrô, e joga a própria Folha no rol de suspeitos. O G1 diz que o jornal sabia desde janeiro de 2009. Então que interesses escusos levaram a não publicar logo após o resultado da licitação em junho de 2009?

Porque só publicar em outubro de 2010?

O silêncio do jornal por longos 16 meses é algo inexplicável.

Algum interesse financeiro?

Algum interesse no calendário eleitoral?
fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

2014 já era: só o Golpe salva o PSDB | Conversa Afiada


2014 já era: só o Golpe salva o PSDB | Conversa Afiada

O PIG NÃO QUER VE POBRE CURSANDO UNIVERSIDADE

O jornaleco diz que 400 estudantes protestam contra o ENEM...400 esta mais para 40 e olhe no detalhe como todos tem uma cara de sofridos, provavelmente são de periferia...

PiG (*) pratica ilegalidades no ENEM | Conversa Afiada
PiG (*) pratica ilegalidades no ENEM | Conversa Afiada

CORRUPÇÃO NO GOVERNO DO PSDB DE SÃO PAULO E O PIG TENTA O ABAFAR

SILÊNCIO !  O GOVERNO DO PSDB NÃO TEM CULPA NISSO!

 


A GLOBO TEVE QUE DIZER ALGUMA COISA, MAS LOGO ESCONDE DEBAIXO DO TAPETE









 JN 29/10/2011
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1678399-7823-MP+VAI+PEDIR+AFASTAMENTO+DO+PRESIDENTE+DO+METRO+DE+SAO+PAULO,00.html



Os valores são bilionários, daí o Jornal Nacional não poderia encobrir totalmente, lança uma matéria sobre "irregularidades no metrô de SP, MÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁS a culpa é somente do presidente do metrô, o jornal ainda chama o telespectador de trouxa, o Governo do Estado que é  do PSDB não tem nenhum envolvimento com o caso, imagine se fosse um petista na administração, a quantidade de manchetes, de matérias esculhambando o PT como todo. A Falha de São Paulo ja sabia dos "ganhadores" da licitação meses antes e chegou a publicar, MAAAAAAAAAAAAAAS são matérias que logo são "apagadas" por outras noticias, são para não dizer que não falei. Veja o que a Falha de SP publicou, um dia apos a matéria sair no JN (detalhe escandalo envolvendo PSDB nunca viram capa).


http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/998629-promotoria-vai-pedir-afastamento-de-presidente-do-metro-de-sp.shtml

"28/10/2011 - 21h17

Promotoria vai pedir afastamento de presidente do Metrô de SP


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DE SÃO PAULO

O Ministério Público vai entrar com ação na Justiça na próxima semana pela anulação dos contratos de extensão da linha 5-lilás e pelo afastamento do presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda.

A Promotoria avalia ter havido irregularidades na licitação e prejuízo aos cofres públicos.

Ela já havia recomendado a anulação dos contratos para ampliação da linha por "vício de ilegalidade". O pedido, porém, não foi atendido pelo Metrô.

A ação é decorrente das investigações a partir do documento com firma reconhecida em cartório pela Folha em abril de 2010 antecipando os vencedores da licitação.

O processo pode levar à paralisação das obras da linha 5 (entre Adolfo PInheiro e Chácara Klabin). O Ministério Público quer a responsabilização das construtoras e a condenação de Avelleda por improbidade administrativa.

Além de indícios de formação de cartel, a Promotoria contesta as regras do edital de licitação feito pelo Metrô.

Ela diz que foram estabelecidas cláusulas que induziram a divisão de lotes entre empresas e consórcios, especialmente a previsão de que cada interessado poderia vencer somente um lote.

A posição dos promotores contra os contratos da linha 5 foi reforçada após parecer do Caex --equipe que dá suporte técnico à Promotoria.

O documento calcula uma economia de R$ 327 milhões se a licitação do Metrô permitisse a escolha dos menores preços em todos os lotes.

OUTRO LADO

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu assinar os contratos (que já beiram R$ 4,4 bilhões) há quatro meses. A previsão é que a linha 5 esteja pronta em 2015.

O Metrô diz que manteve a "plena convicção" de continuar as obras porque a denúncia de conluio não produziu um documento com "certeza jurídica necessária", exigindo "provas adicionais".

A estatal alega que a Folha fez um reconhecimento de firma, e não registro em cartório. Por isso, afirma que é impossível saber se foram feitos outros documentos do tipo (com resultados diferentes).

O Metrô diz que "irá defender sua posição na Justiça, que é o fórum adequado". A companhia ainda nega que o resultado da licitação tenha dado prejuízo de R$ 327 milhões. "Comparar preços dessa licitação com regras de edital que não foram usadas não é correto", diz em nota. 28/10/2011 - 21h17

Promotoria vai pedir afastamento de presidente do Metrô de SP


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DE SÃO PAULO

O Ministério Público vai entrar com ação na Justiça na próxima semana pela anulação dos contratos de extensão da linha 5-lilás e pelo afastamento do presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda.

A Promotoria avalia ter havido irregularidades na licitação e prejuízo aos cofres públicos.

Ela já havia recomendado a anulação dos contratos para ampliação da linha por "vício de ilegalidade"(VICIO DE ILEGALIDADE! Ô PALAVRA LINDA! ). O pedido, porém, não foi atendido pelo Metrô.

A ação é decorrente das investigações a partir do documento com firma reconhecida em cartório pela Folha em abril de 2010 antecipando os vencedores da licitação.

O processo pode levar à paralisação das obras da linha 5 (entre Adolfo PInheiro e Chácara Klabin). O Ministério Público quer a responsabilização das construtoras e a condenação de Avelleda por improbidade administrativa.

Além de indícios de formação de cartel, a Promotoria contesta as regras do edital de licitação feito pelo Metrô.

Ela diz que foram estabelecidas cláusulas que induziram a divisão de lotes entre empresas e consórcios, especialmente a previsão de que cada interessado poderia vencer somente um lote.

A posição dos promotores contra os contratos da linha 5 foi reforçada após parecer do Caex --equipe que dá suporte técnico à Promotoria.

O documento calcula uma economia de R$ 327 milhões se a licitação do Metrô permitisse a escolha dos menores preços em todos os lotes.



OUTRO LADO

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu assinar os contratos (que já beiram R$ 4,4 bilhões) há quatro meses. A previsão é que a linha 5 esteja pronta em 2015.

O Metrô diz que manteve a "plena convicção" de continuar as obras porque a denúncia de conluio não produziu um documento com "certeza jurídica necessária", exigindo "provas adicionais".

A estatal alega que a Folha fez um reconhecimento de firma, e não registro em cartório. Por isso, afirma que é impossível saber se foram feitos outros documentos do tipo (com resultados diferentes).

O Metrô diz que "irá defender sua posição na Justiça, que é o fórum adequado". A companhia ainda nega que o resultado da licitação tenha dado prejuízo de R$ 327 milhões. "Comparar preços dessa licitação com regras de edital que não foram usadas não é correto", diz em nota. "

VEJA OS PRINCIPAIS PORTAIS DO DIA 29/10/2011

UOL 
 
 TERRA




veja o que o TERRA fala do metro: ABUSO SEXUAL NO METRO DE SP e a sacanagem do governo paulista não diz nada...

VEJA

 e por aí vai, o país precisa com urgência de uma lei que quebre  o monopólio da imprensa.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Não seria cortar de vez não? terão que reduzir...

 

Fabricantes terão que reduzir substância cancerígena em refrigerantes


Um acordo entre o Ministério Público Federal em Minas Gerais e fabricantes de refrigerantes determina que as bebidas de baixas calorias ou dietéticos cítricos terão redução de benzeno no prazo de cinco anos. O TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado com a Ambev, Coca-Cola e Schincariol prevê que a quantidade máxima deverá ficar em 5 microgramas por litro.
Procuradoria recomenda que Anvisa regulamente benzeno em refrigerantes
Governo passará a analisar substância cancerígena em refrigerantes
Substância cancerígena está no ar e na banana, diz fabricante de refrigerantes
Ministério Público Federal testará refrigerantes com substância cancerígena
Sete refrigerantes têm substância cancerígena, revela pesquisa
A presença do benzeno nos refrigerantes foi detectada em 2009 pela ProTeste, entidade de defesa do consumidor, ao realizar testes em 24 amostras de diferentes marcas.
O TAC foi assinado dois anos após o Ministério Público instaurar inquérito civil público para apurar o caso.
Ao analisar 24 amostras de diferentes marcas, a ProTeste detectou a presença do benzeno em sete delas: Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Sukita, Sukita Zero, Sprite Zero, Dolly Guaraná e Dolly Guaraná diet. Em duas das amostras --Fanta Laranja Light e Sukita Zero-- a concentração estava acima dos limites considerados aceitáveis para a saúde humana.
De acordo com o Ministério Público, a legislação brasileira, em especial o Código de Defesa do Consumidor, estabelece que os produtos colocados à venda no mercado não podem trazer riscos à saúde ou à segurança dos consumidores. Os fornecedores, em qualquer hipótese, devem fornecer as informações necessárias e adequadas a respeito.
Como as bebidas testadas traziam ácido benzoico, era possível que algumas também tivessem benzeno, uma substância cancerígena que resulta da combinação dos ácidos benzoico e ascórbico, mais conhecido como vitamina C. Estas duas substâncias juntas, sob certas condições de exposição à luz e ao calor, podem reagir e formar o benzeno.
As análises apontaram benzeno em sete bebidas. Em duas, Fanta Laranja Light e Sukita Zero, o limite estava acima do recomendado para um consumo saudável. Na Sukita Zero foi detectado limite quatro vezes superior ao aceitável. Como não existe um limite fixado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para refrigerantes, a ProTeste utilizou o parâmetro de água potável, que é de 5 microgramas por litro.
O limite permitido pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para a água potável, é de 10 ppb (partes por bilhão). Nos Estados Unidos esse limite é de 5 ppb, e na União Europeia é de 1 ppb.
No Brasil, a portaria da Anvisa nº 518/04, que estabelece o padrão de potabilidade da água, determina o limite máximo permitido para benzeno de 5 microgramas por litro.
Como a OMS e as autoridades sanitárias estrangeiras e nacionais não estabeleceram um limite de benzeno para refrigerantes e sucos, considera-se que, no mínimo, deve ser adotado o mesmo limite utilizado para a água potável. As marcas reprovadas estavam acima desse limite.
Foram encontrados limites aceitáveis de benzeno no guaraná tradicional e light Dolly, na Fanta Laranja tradicional, Sukita tradicional e na Sprite Zero.
O Ministério Público também expediu recomendação para que a Agência Nacional realizasse os estudos necessários para determinar a concentração máxima, tolerável, da substância nos refrigerantes comercializados no país.
Os fabricantes informaram que a formação do benzeno decorre de um processo químico geralmente desencadeado nos refrigerantes light e diet, já que a presença do açúcar inibe a formação da substância.
Disseram ainda que "a eventual identificação de traços mínimos de benzeno em determinado produto pode se dar por razões diversas e alheias aos esforços da empresa, como, por exemplo, em decorrência da quantidade de benzeno pré-existente na água".