segunda-feira, 24 de outubro de 2011

CID GOMES É VAIADO - O POVO ESTA FICANDO ESPERTO

CID GOMES É CALOROSAMENTE VAIADO EM SOBRAL

Professor Jander Alcântara faz discurso veemente: "Deus queira que o senhor não seja mais candidato a governador"

Veveu discursa enquanto é vaiado.


Nunca pensei que isso ocorreria um dia. O governador do Ceará, Cid Gomes, foi calorosamente vaiado em Sobral (sua própria terra).
As várias vaias sofridas pelo governador o deixou tenso e irritado. Cid não queria perder o rebolado e chamou um professor para o palco. Não prestou: “Deus vai permitir que o senhor nunca mais seja o governador do Ceará”, disse o professor.
O prefeito Veveu Arruda sofreu também as conseqüências e foi também vaiado.
Ivo Gomes e os demais assessores não acreditavam no que viam e saíram revoltados com situação.
Nunca na história de Sobral o governador Cid Gomes havia sido vaiado por tantas vezes e por tanto tempo.
O fato aconteceu quando da realização do show de Zeca Baleiro hoje a noite (agora a pouco) por ocasião da assinatura da ordem de serviço para início das obras de internalização da fiação do centro histórico de Sobral. Desde do primeiro minuto que subiu ao palco montado a margem esquerda do Rio Acaraú, até a hora de sua despedida, o público que aguardava a apresentação de Zeca Baleiro, resolveu receber o governador e as demais autoridades debaixo de muita vaia.
Apenas 4 vereadores prestigiaram o evento: João Alberto, Itamar Ribeiro, Adaldécio e Hermegildo.
No camarote reservado ao governador, Cid Gomes não quis ficar e foi embora.
Em instantes mais informações.
FONTE: SOBRAL E POLITICA

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A Salvação da lavoura! Conheça NEEM ou NIM

 
Nim: a planta da Índia - Parte I

 

Nim: a planta da Índia - Parte II

 

Nim indiano: super planta  por Gustavo Laredo
A planta nativa da Índia tem aplicações nas indústrias de cosméticos, farmacêutica e moveleira, e é um inseticida natural que contribui para a agricultura sustentável

Quando a médica acupunturista Maria do Rosário Guimarães ganhou duas mudas de nim, as pesquisas brasileiras em torno desta árvore indiana ainda eram incipientes. Um engenheiro florestal havia lhe informado que a planta serviria de excelente inseticida natural para sua horta, localizada num sítio em Aquiraiz, a 30 quilômetros de Fortaleza, CE. Dois anos e meio depois, ela percebeu que a alface, a beterraba, a cenoura e outros vegetais que cultivava não eram atacados por pragas. As pesquisas evoluíram de lá para cá e hoje sabe-se que o nim pode ser mais que um poderoso inseticida. É capaz de alterar a metamorfose, reduzir a fecundidade e inibir a alimentação de 413 espécies de insetos. A produção de Maria do Rosário cresceu para 300 árvores em Aquiraiz, e, junto com a sócia Elisabete de Freitas, ela fabrica produtos à base de nim, como xampus e cremes hidratantes. Percebendo a fácil adaptação ao clima e o sucesso com a clientela, investiram numa plantação em Jaguaribe, a 300 quilômetros de Fortaleza, em pleno sertão cearense, de mais de 12 mil árvores.

Como na história de sucesso das sócias, a produção de nim cresce em alta velocidade graças às suas inúmeras aplicações ambientais e comerciais. Cosméticos e produtos de higiene, como pastas de dente, são feitos à base de nim. A indústria farmacêutica a utiliza na produção de remédios contra piolhos e escabiose e xarope contra bronquite. Por ser um excelente antiviral, está sendo testado até em coquetéis contra o vírus da Aids. A Índia produz 600 tipos de medicamentos feitos com a árvore.


Mercado
 
Da mesma família do mogno, o nim é ideal para a fabricação de móveis finos e artesanato. Como é rica em tanino, a planta é resistente aos ataques de cupim e de traça. Segundo o pesquisador Belmiro Neves, da Embrapa Arroz e Feijão, o metro cúbico da madeira é cotado a 400 dólares. Um bom manejo resulta em 40 metros cúbicos de madeira por hectare. As folhas são usadas na ração animal, como vermífugo, o quilo da folha chega a ser vendido a 2 reais. Trituradas, servem também como um bom repelente para o gado. Além disso tudo, graças à propriedade inseticida, o nim tornou-se uma promessa para a agricultura auto-sustentável, por ser uma alternativa menos agressiva no controle de pragas. "A árvore vai ajudar a evitar um possível 'apagão florestal'", aposta Belmiro, referindo-se ao avanço do desflorestamento para a abertura de lavouras.
Um quilo dá cerca de 3.500 mudas.

Descrição
 
A planta gosta de altas temperaturas e chega a 11 metros de altura. 
NOME CIENTÍFICO: Azadirachta indica A. Juss. Este nome significa "árvore generosa da Índia". Além do nome científico, o nim é conhecido também como Neem, na Austrália e nos Estados Unidos, e como Babo Yaro, na Nigéria.

CLASSIFICAÇÃO: O nim pertence à família das meliáceas, a mesma do mogno, da andiroba, do cedro e do cinamomo.

DISTRIBUIÇÃO: A árvore é originária da Índia e da Birmânia. Por ser característica de clima tropical, ocorre em toda América Central, Sul do Pacífico, Mianmar, Paquistão, Sri Lanka, Indonésia, Papua Nova Guiné e Malásia. No Brasil, segundo a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Terezinha Dias, a primeira introdução oficial da planta ocorreu em 1984, por intermédio de um experimento em Brasília. O material, procedente da Índia, foi encaminhado ao Iapar - Instituto Agronômico do Paraná, em Londrina. Atualmente, a árvore pode ser encontrada em todas as regiões do país, com destaque para o município de Barreiras, no oeste da Bahia.

DETALHES IMPORTANTES: O nim não exige solos de alta fertilidade, desenvolvendo-se bem até em terrenos áridos. Não suporta, porém, terra encharcada e ácida. A árvore gosta de temperaturas que variam entre 8ºC e 40ºC. Quanto mais quente, mais rápido é seu crescimento. Também se desenvolve em regiões com poucas chuvas e solos profundos, tolerando índices pluviométricos que variam entre 150 e 1800 milímetros anuais. O ideal é sempre fazer o plantio das mudas no início do período chuvoso. Nestas condições, o nim pode chegar a 11 metros de altura em oito anos. Os frutos começam a aparecer em apenas três anos. Possuem 2 centímetros de comprimento, são esverdeados e doces, o que atrai muitos pássaros. A polpa é utilizada na produção de metano. A produção por árvore pode chegar a 15 quilos de frutos. A semente é um pouco menor que o fruto e lembra bem uma semente de azeitona, só que um pouco maior. As folhas são pequenas, com 8 centímetros de comprimento, e as flores são brancas e aromáticas. Uma árvore produz 7 toneladas de folhas, que podem ser vendidas a 2 reais o quilo.

Fontes: Terezinha Dias, curadora de plantas biocidas da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Brasília, DF; Belmiro Pereira das Neves, entomologista e pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão, Santo Antônio de Goiás, GO

Outros usos potenciais do Nim ( Azadirachta indica A. Juss )

Uso Medicinal

Frutos, sementes, óleo, folhas, cascas do caule e raízes do nim possuem os mais variados usos antissépticos, antimicrobianos, nos distúrbios urinários, diarréias e doenças do couro cabeludo. As folhas, por exemplo, são usadas contra erupções cutâneas (da pele) e abcessos e o suco da folha é utilizado no combate aos vermes intestinais.O óleo e seus isolados inibem o desenvolvimento de fungos sobre homens e animais. A ação antimalárica é atribuída ao princípio ativo "gedunine": tabletes e injeções contendo em suas formulações extratos de nim são usados no tratamento da malária crônica.

Como fertilizante orgânico

A pasta resultante da prensagem das sementes de nim vem se mostrando um adubo orgânico promissor, desde que misturado a outras fontes mais solúveis de nitrogênio. Essa ressalva é válida porque, sendo antimicrobial, a torta de nim reduz a população de bactérias nitrificadoras (que captam o nitrogênio do ar e o disponibilizam para a planta): apenas cerca de 56% do nitrogênio livre é processado pelos microorganismos do solo, após a colocação da pasta de nim. Por retardar o processo que disponibiliza o nitrogênio no solo, o uso da pasta de nim está sendo recomendado para ser misturada com fontes de nitrogênio altamente solúveis, como os fertilizantes sintéticos utilizados na agricultura convencional, diminuindo as perdas de nitrogênio pelo ar ou pelo escorrimento juntamente com as águas no interior ou na superfície dos solos. Entretanto, o uso desse material na agricultura orgânica, que se vale de adubos orgânicos pouco solúveis não é recomendado, visto que o mesmo retarda o processo de disponibilização de nitrogênio que já ocorre de forma equilibrada e numa velocidade menor que em sistemas convencionais.

Produção de Biomassa para a propriedade.

Após a maturação, as árvores de nim rendem de 10 a 40 toneladas de matéria seca por hectare, dependendo das chuvas e das condições locais, como espaçamento e expressão do material genético. As folhas abrangem cerca de metade da biomassa produzida, enquanto frutos e madeira cerca de 25% cada. A madeira do nim é dura, relativamente pesada e utilizada na confecção de carretas, ferramentas e implementos agrícolas. Por ser durável e resistente é utilizada na fabricação de postes para cerca, casas e móveis; além de ser excelente fonte de lenha e combustível, possuindo um carvão de alto poder calorífico.

Espécie para reflorestamentos e sistemas agroflorestais.

Na Índia e na África, o nim é uma espécie silvícola valiosa e está se tornando popular na América Central. Por ser uma árvore robusta, é ideal para programas de reflorestamento e para recuperação de áreas degradadas, áridas ou costeiras. Em sistemas agroflorestais, o nim é usado como quebra-ventos. Protegendo as culturas da ação dos ventos e do ressecamento, o nim colabora para o incremento da produtividade das lavouras, além do fornecimento constante de matéria orgânica (via folhas que caem no solo) e da reserva de madeira para o futuro. Contudo, pesquisadores alertam que estudos devem prosseguir para se verificar com quais culturas o nim pode ou não ser plantado conjuntamente, devido ao fenômeno da alelopatia (incompatibilidade entre espécies devido a substâncias expelidas pelas raízes ou folhas).

Fonte: "Cultivo e Utilização do Nim Indiano (Azadirachta indica A. Juss )"; Belmiro P. Neves & João Carlos M. Nogueira. Goiânia: Embrapa – CNPAF; 1996.

domingo, 16 de outubro de 2011

ASSISTA O VENENO ESTA NA MESA

Serra da Ibiapaba: Muitos agricultores morrerão se nada for feito





O uso indiscriminado de agrotóxico pelos agricultores na Serra da Ibiapaba é terrível! O suporte "técnico" dado por agrônomos é um descaso, existe suspeita de que os agrônomos tenham ligação direta com a venda dos agrotóxicos, não se preocupam em orientar, o descarte é feito errado, nem os equipamentos de segurança para uso do produto é usado, pessoalmente constatei e ouvi relato de um agricultor que aplica veneno diariamente no tomate sem uso de nenhum equipamento e ja chegou a colocar a mao diretamente no veneno, apos aplicação ele sente-se mal mas não vê outra alternativa, quem deveria ajudar é o primeiro a incentivar o uso do veneno, a questão parece ser pura e simplesmente ganhar dinheiro sem se preocupar quem vai morrer, se quem aplica ou quem consome. É necessário uma política contra esse descaso urgentemente!! ou vai faltar hospital para tantos que vão adoecer, lamentável!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Um nordestino safado!!!!!!!!!!!





Esse cara não tem respaldo nem moral para falar do Lula, quanto mais escrever um livro falando mal dele, mas uma coisa é certa, deve cortar os pulsos por cada prêmio que o Luis Inácio ganha aqui ou no exterior, pena que é do Nordeste, mas com certeza nunca conheceu o flagelo da seca.

domingo, 9 de outubro de 2011

PFL>DEM>PSDB= PSD

 
 Eles mudam de nome mas na verdade, continuam os mesmos!!! Estado forte!!! kkkkkkkkkkkk são todos neoliberias, estão querendo enganar a quem?

entrevista à 'época'
'Somos um partido que defende um Estado forte', diz Kassab